Parajesc: a superação sempre em primeiro lugar
Em um evento único e que emociona até os mais fortes, o Parajesc provou, mais uma vez, que o esporte supera
limites. Foi quase uma semana de jogos entre diversos municípios do Estado que alegraram, torceram e vibraram pelos
seus atletas.A competição é tradicional no calendário esportivo estadual e a cada ano brilha mais.
Em um evento único e que emociona até os mais fortes, o Parajesc provou, mais uma vez, que o esporte supera limites. Foi quase uma semana de jogos entre diversos municípios do Estado que alegraram, torceram e vibraram pelos seus atletas.
A competição é tradicional no calendário esportivo estadual e a cada ano brilha mais. Se o evento é um sucesso, os atletas nem necessitam de comentários. Brilho nos olhos, friozinho na barriga e a sinceridade nos atos. A vibração evidente a cada conquista, seja sua ou de um amigo, só enaltece o verdadeiro espírito esportivo: o importante mesmo, é competir.
Limitações aqui só se for na cabeça dos outros. Todos são iguais e gostam de ser tratados assim. Afinal, quem criou regras para ser normal? Abraços, beijos e demonstrações de afeto são bem normais e, aliás, é o que mais acontece entre eles. Carinho. Essa é a palavra que resume a sua convivência.
Não há sentimento que possa explicar o que é acompanhar esse evento. Há apenas que agradecer a todos que o tornam possível. E parabenizar esses atletas que são únicos.
Especiais? Eles são, não por serem portadores de alguma deficiência, mas porque provam todos os dias que na vida tudo é possível e que quando se dedica a alguma atividade, essa dará certo e trará frutos.
ABERTURA
Promover a inclusão e revelar atletas, esse é o objetivo dos Jogos Escolares Paradesportivos de Santa Catarina – Parajesc, realizado pela Fundação Catarinense de Esporte (Fesporte). O evento é uma promoção do Estado, em concordância com a Prefeitura de Brusque, cidade sede dos Parajesc, com apoio com a Secretaria de Desenvolvimento Regional (SDR).
Já consolidado como um dos mais importantes eventos de escolares do Estado, os jogos mobilizaram atletas vinculados a fundações e associações de ensino voltadas ao atendimento de pessoas portadoras de necessidades especiais. Participaram da competição atletas na faixa etária de 12 a 15 e de 16 a 20 anos.
Na abertura do evento, que ocorreu na quarta-feira à noite, dia 16 de maio, na Arena Brusque, estavam presentes autoridades locais, juntamente com o presidente da Fesporte, Adalir Pecos Borsatti e o Conselheiro Estadual de Esporte, Frank Fred Utech, de Pomerode.
Na ocasião, uma coreografia composta por duas bailarinas e um bailarino cadeirante, emocionou a plateia. A encenação buscava a valorização da inclusão social por meio da dança, mostrando que, apesar de limitações, todos nós somos iguais.
O evento reuniu aproximadamente 600 pessoas entre atletas, técnicos e dirigentes, com mais de 54 municípios participantes com jogos em vários locais da cidade de Brusque. As competições foram divididas nas seguintes modalidades: bocha paraolímpica, tênis de mesa, natação, goalball, atletismo, vôlei sentado e futebol sete. O evento promoveu a integração entre atletas, mostrando em seu verdadeiro sorriso o sucesso do evento.
MEDALHAS
A delegação de Pomerode conseguiu os primeiros lugares em diversas categorias. Os atletas demonstraram garra e, com ela, trouxeram medalhas para casa. Dentre os oito atletas que representaram Pomerode no evento, três deles se destacaram.
A atleta Bruna Weiler trouxe medalha de ouro em atletismo, com as provas 100m, 300m, salto em distância e lançamento de pelota. Bruna é deficiente auditiva, mas palavras não eram necessárias ao ver seus olhos brilharem de emoção ao carregar as quatro medalhas em seu pescoço.
Egon Siebert também conquistou medalha neste Parajesc. Ele ficou em terceiro lugar no atletismo, na modalidade salto em distância.
Outra ganhadora foi Daniella Beatriz Butzke, que conquistou medalha de ouro nas três categorias em que competiu na natação.
Os demais atletas que, mesmo não levando medalhas para casa, transbordavam a alegria de vivenciar um evento único e especial como o Parajesc. Para eles e também para toda a equipe técnica, a medalha não é o que mais importa. O importante aqui é o convívio, o aprendizado, a superação e a independência e esses prêmios são para toda a vida.
“É TUDO OURO”
Foi assim que Daniella Beatriz Butzke começou a responder as perguntas da entrevista, exibindo as três medalhas de ouro conquistadas nas provas de 100m livre, 50m livre e 100m costas em natação. Ao lado da família que, pela primeira vez, pôde estar completa e acompanhar a uma competição da Dani, a atleta sorria e respirava fundo, recuperando o fôlego da última prova disputada.
Daniella foi ouro em todas as provas que disputou e se prepara para a competição nacional que será em São Paulo, no mês de outubro. Essa será a terceira vez que ela participará. A mãe, Margareth Ripp Butzke, orgulhosa, comemora que neste ano ela poderá acompanhar a filha na competição.
Ladeada do pai, Jaime César Butzke, e da irmã Nadine, Dani nos mostra que é exigente consigo mesman e que dessa vez ela treinará muito para trazer para casa uma medalha do nacional. A treinadora, Ilsani K. Baptista, conta que esse ano Dani está treinando quatro vezes por semana e melhorando os tempos. “Temos grandes chances de medalha no brasileiro”.
Os pais da Dani contam que a incluíram na natação porque ela se afogava com qualquer respingo de água. “Na praia, se a água espirrasse nela ela, já se afogava”, conta a mãe. Nas aulas semanais em uma escola de natação da cidade, Dani começou a se destacar. Foi quando o professor sugeriu aos pais para iniciar ela em competições. Coincidentemente, na escola pediram se havia algum aluno com mais de doze anos que praticava esportes. Assim, Dani começou a competir e hoje acumula seis medalhas de ouro, “fora outros campeonatos da escola de natação dela”, completa Margareth.
Do afogar-se à colecionadora de medalhas, Dani é apenas um exemplo de superação entre os que se é possível ver no Parajesc 2012. É emocionante ver o esforço de cada um e o brilho no olhar quando chegam ao final, mesmo sem conquistar os primeiros lugares. Lindo é ver como surgem amizades entre os atletas de outras cidades e como para eles a superação de cada um tem valor.
PARAOLÍMPIADAS ESCOLARES
Os 3º Jogos Escolares Paradesportivos de Santa Catarina (Parajesc) terminaram no sábado, dia 19, com a convocação da delegação catarinense que participará de 15 a 20 de outubro, em São Paulo, das Paraolimpíadas Escolares. Entre paratletas, técnicos, professores, dirigentes e equipe de apoio, a delegação catarinense deverá contar com cerca de 160 pessoas. No ano passado, Santa Catarina ficou em quarto lugar nas Paraolimpíadas Escolares.
A convocação da equipe foi feita às 12h, no Pavilhão da Fenarreco. Foram chamados 139 atletas para compor a delegação – número superior ao ano passado, quando 112 paratletas representaram o Estado.
A delegação será formada por 32 atletas no atletismo, 32 na natação, 10 no goalball, 16 no tênis de mesa, 12 na bocha, 12 no futebol sete, 20 no vôlei sentado, três de cadeira de rodas e dois no judô. No atletismo, os catarinenses disputarão as provas de 100, 300, 400, 1.000 e 1.500 metros rasos, salto em distância, arremesso de peso e lançamento de pelota. Participam das Paraolimpíadas Escolares atletas de 12 a 19 anos com deficiências física, visual ou intelectual.
Para alegria da delegação pomerodense, dentre estes, 139 atletas teremos uma pomerodense representando o Estado de Santa Catarina. Daniella Beatriz Butzke irá, pela terceira vez, representar nosso Estado na modalidade natação. A ela, muito treino e sorte neste evento nacional.
DELEGAÇÃO POMERODENSE: A JUNÇÃO DE VERDADEIROS CAMPÕES
Uma coisa que não falta na delegação pomerodense que participa todos os anos do Parajesc é animação. Muito mais que atletas, o grupo é composto por amigos, que auxiliam uns aos outros nos momentos de alegria e de dificuldades.
Carlo Wachholz, Gerente de Esportes Escolares da Funpeel e Coordenador da delegação de atletas pomerodenses, declarou que fazer parte desta equipe é um constante aprendizado. “Fico muito honrado em acompanhar nossos atletas. A competição para eles acaba ficando em segundo plano, o que vale realmente é a integração, a oportunidade de vivenciar novas experiências. O grupo é muito unido, divertido e especial. Estar ao lado deles é algo indescritível”.
Auxiliando a coordenação da delegação pomerodense, Frank Fred Utech, Gerente da Funpeel e também Conselheiro Estadual de Esportes, participou de diversas competições deste segmento e diz que cada uma delas é incomparável. “Trabalhar com nossos paratletas é incrível. Em cada competição notamos a evolução dos mesmos. Saber que estamos oportunizando a eles experiências, até então de difícil acesso, é gratificante. Cada medalha conquistada, cada dificuldade superada, cada nova amizade firmada é importante, não só para eles, mas para nós da Funpeel, que somos testemunhas deste processo de resgate, principalmente, da cidadania destas pessoas tão especiais”.
ENCERRAMENTO
Após dias juntos, uma grande confraternização encerrou o evento no Pavilhão da Fenarreco, em Brusque. As delegações se reuniram para ouvir, em conjunto, os convocados para as Paraolimpíadas Escolares e a cada nome divulgado, a vibração entre paratletas, dirigentes, técnicos e familiares era intensa.
Os que não foram convocados não deixaram de vibrar, mostrando que o Parajesc não é um evento de competição entre atletas, mas de superação e, acima de tudo, uma torcida que vibra unida pela conquista dos outros.
As amizades conquistadas, os bate-papos, os almoços em conjunto e a concentração para as provas foram todos relembrados e serão eternamente guardados nos abraços de despedida que aconteceram na tarde de sábado. Despedida esta que não será um adeus, mas apenas um até logo.Em um evento único e que emociona até os mais fortes, o Parajesc provou, mais uma vez, que o esporte supera limites. Foi quase uma semana de jogos entre diversos municípios do Estado que alegraram, torceram e vibraram pelos seus atletas.
A competição é tradicional no calendário esportivo estadual e a cada ano brilha mais. Se o evento é um sucesso, os atletas nem necessitam de comentários. Brilho nos olhos, friozinho na barriga e a sinceridade nos atos. A vibração evidente a cada conquista, seja sua ou de um amigo, só enaltece o verdadeiro espírito esportivo: o importante mesmo, é competir.
Limitações aqui só se for na cabeça dos outros. Todos são iguais e gostam de ser tratados assim. Afinal, quem criou regras para ser normal? Abraços, beijos e demonstrações de afeto são bem normais e, aliás, é o que mais acontece entre eles. Carinho. Essa é a palavra que resume a sua convivência.
Não há sentimento que possa explicar o que é acompanhar esse evento. Há apenas que agradecer a todos que o tornam possível. E parabenizar esses atletas que são únicos.
Especiais? Eles são, não por serem portadores de alguma deficiência, mas porque provam todos os dias que na vida tudo é possível e que quando se dedica a alguma atividade, essa dará certo e trará frutos.
ABERTURA
Promover a inclusão e revelar atletas, esse é o objetivo dos Jogos Escolares Paradesportivos de Santa Catarina – Parajesc, realizado pela Fundação Catarinense de Esporte (Fesporte). O evento é uma promoção do Estado, em concordância com a Prefeitura de Brusque, cidade sede dos Parajesc, com apoio com a Secretaria de Desenvolvimento Regional (SDR).
Já consolidado como um dos mais importantes eventos de escolares do Estado, os jogos mobilizaram atletas vinculados a fundações e associações de ensino voltadas ao atendimento de pessoas portadoras de necessidades especiais. Participaram da competição atletas na faixa etária de 12 a 15 e de 16 a 20 anos.
Na abertura do evento, que ocorreu na quarta-feira à noite, dia 16 de maio, na Arena Brusque, estavam presentes autoridades locais, juntamente com o presidente da Fesporte, Adalir Pecos Borsatti e o Conselheiro Estadual de Esporte, Frank Fred Utech, de Pomerode.
Na ocasião, uma coreografia composta por duas bailarinas e um bailarino cadeirante, emocionou a plateia. A encenação buscava a valorização da inclusão social por meio da dança, mostrando que, apesar de limitações, todos nós somos iguais.
O evento reuniu aproximadamente 600 pessoas entre atletas, técnicos e dirigentes, com mais de 54 municípios participantes com jogos em vários locais da cidade de Brusque. As competições foram divididas nas seguintes modalidades: bocha paraolímpica, tênis de mesa, natação, goalball, atletismo, vôlei sentado e futebol sete. O evento promoveu a integração entre atletas, mostrando em seu verdadeiro sorriso o sucesso do evento.
MEDALHAS
A delegação de Pomerode conseguiu os primeiros lugares em diversas categorias. Os atletas demonstraram garra e, com ela, trouxeram medalhas para casa. Dentre os oito atletas que representaram Pomerode no evento, três deles se destacaram.
A atleta Bruna Weiler trouxe medalha de ouro em atletismo, com as provas 100m, 300m, salto em distância e lançamento de pelota. Bruna é deficiente auditiva, mas palavras não eram necessárias ao ver seus olhos brilharem de emoção ao carregar as quatro medalhas em seu pescoço.
Egon Siebert também conquistou medalha neste Parajesc. Ele ficou em terceiro lugar no atletismo, na modalidade salto em distância.
Outra ganhadora foi Daniella Beatriz Butzke, que conquistou medalha de ouro nas três categorias em que competiu na natação.
Os demais atletas que, mesmo não levando medalhas para casa, transbordavam a alegria de vivenciar um evento único e especial como o Parajesc. Para eles e também para toda a equipe técnica, a medalha não é o que mais importa. O importante aqui é o convívio, o aprendizado, a superação e a independência e esses prêmios são para toda a vida.
“É TUDO OURO”
Foi assim que Daniella Beatriz Butzke começou a responder as perguntas da entrevista, exibindo as três medalhas de ouro conquistadas nas provas de 100m livre, 50m livre e 100m costas em natação. Ao lado da família que, pela primeira vez, pôde estar completa e acompanhar a uma competição da Dani, a atleta sorria e respirava fundo, recuperando o fôlego da última prova disputada.
Daniella foi ouro em todas as provas que disputou e se prepara para a competição nacional que será em São Paulo, no mês de outubro. Essa será a terceira vez que ela participará. A mãe, Margareth Ripp Butzke, orgulhosa, comemora que neste ano ela poderá acompanhar a filha na competição.
Ladeada do pai, Jaime César Butzke, e da irmã Nadine, Dani nos mostra que é exigente consigo mesman e que dessa vez ela treinará muito para trazer para casa uma medalha do nacional. A treinadora, Ilsani K. Baptista, conta que esse ano Dani está treinando quatro vezes por semana e melhorando os tempos. “Temos grandes chances de medalha no brasileiro”.
Os pais da Dani contam que a incluíram na natação porque ela se afogava com qualquer respingo de água. “Na praia, se a água espirrasse nela ela, já se afogava”, conta a mãe. Nas aulas semanais em uma escola de natação da cidade, Dani começou a se destacar. Foi quando o professor sugeriu aos pais para iniciar ela em competições. Coincidentemente, na escola pediram se havia algum aluno com mais de doze anos que praticava esportes. Assim, Dani começou a competir e hoje acumula seis medalhas de ouro, “fora outros campeonatos da escola de natação dela”, completa Margareth.
Do afogar-se à colecionadora de medalhas, Dani é apenas um exemplo de superação entre os que se é possível ver no Parajesc 2012. É emocionante ver o esforço de cada um e o brilho no olhar quando chegam ao final, mesmo sem conquistar os primeiros lugares. Lindo é ver como surgem amizades entre os atletas de outras cidades e como para eles a superação de cada um tem valor.
PARAOLÍMPIADAS ESCOLARES
Os 3º Jogos Escolares Paradesportivos de Santa Catarina (Parajesc) terminaram no sábado, dia 19, com a convocação da delegação catarinense que participará de 15 a 20 de outubro, em São Paulo, das Paraolimpíadas Escolares. Entre paratletas, técnicos, professores, dirigentes e equipe de apoio, a delegação catarinense deverá contar com cerca de 160 pessoas. No ano passado, Santa Catarina ficou em quarto lugar nas Paraolimpíadas Escolares.
A convocação da equipe foi feita às 12h, no Pavilhão da Fenarreco. Foram chamados 139 atletas para compor a delegação – número superior ao ano passado, quando 112 paratletas representaram o Estado.
A delegação será formada por 32 atletas no atletismo, 32 na natação, 10 no goalball, 16 no tênis de mesa, 12 na bocha, 12 no futebol sete, 20 no vôlei sentado, três de cadeira de rodas e dois no judô. No atletismo, os catarinenses disputarão as provas de 100, 300, 400, 1.000 e 1.500 metros rasos, salto em distância, arremesso de peso e lançamento de pelota. Participam das Paraolimpíadas Escolares atletas de 12 a 19 anos com deficiências física, visual ou intelectual.
Para alegria da delegação pomerodense, dentre estes, 139 atletas teremos uma pomerodense representando o Estado de Santa Catarina. Daniella Beatriz Butzke irá, pela terceira vez, representar nosso Estado na modalidade natação. A ela, muito treino e sorte neste evento nacional.
DELEGAÇÃO POMERODENSE: A JUNÇÃO DE VERDADEIROS CAMPÕES
Uma coisa que não falta na delegação pomerodense que participa todos os anos do Parajesc é animação. Muito mais que atletas, o grupo é composto por amigos, que auxiliam uns aos outros nos momentos de alegria e de dificuldades.
Carlo Wachholz, Gerente de Esportes Escolares da Funpeel e Coordenador da delegação de atletas pomerodenses, declarou que fazer parte desta equipe é um constante aprendizado. “Fico muito honrado em acompanhar nossos atletas. A competição para eles acaba ficando em segundo plano, o que vale realmente é a integração, a oportunidade de vivenciar novas experiências. O grupo é muito unido, divertido e especial. Estar ao lado deles é algo indescritível”.
Auxiliando a coordenação da delegação pomerodense, Frank Fred Utech, Gerente da Funpeel e também Conselheiro Estadual de Esportes, participou de diversas competições deste segmento e diz que cada uma delas é incomparável. “Trabalhar com nossos paratletas é incrível. Em cada competição notamos a evolução dos mesmos. Saber que estamos oportunizando a eles experiências, até então de difícil acesso, é gratificante. Cada medalha conquistada, cada dificuldade superada, cada nova amizade firmada é importante, não só para eles, mas para nós da Funpeel, que somos testemunhas deste processo de resgate, principalmente, da cidadania destas pessoas tão especiais”.
ENCERRAMENTO
Após dias juntos, uma grande confraternização encerrou o evento no Pavilhão da Fenarreco, em Brusque. As delegações se reuniram para ouvir, em conjunto, os convocados para as Paraolimpíadas Escolares e a cada nome divulgado, a vibração entre paratletas, dirigentes, técnicos e familiares era intensa.
Os que não foram convocados não deixaram de vibrar, mostrando que o Parajesc não é um evento de competição entre atletas, mas de superação e, acima de tudo, uma torcida que vibra unida pela conquista dos outros.
As amizades conquistadas, os bate-papos, os almoços em conjunto e a concentração para as provas foram todos relembrados e serão eternamente guardados nos abraços de despedida que aconteceram na tarde de sábado. Despedida esta que não será um adeus, mas apenas um até logo.