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Novas chuvas, antigos problemas

As chuvas voltaram a castigar o município neste fim de semana. E com elas pontos de alagamento foram registrados em diversos locais da cidade, assim como estragos causados pela força das águas que descem pelos morros e ruas. Dentre todos os pontos que registraram problemas durante o período de chuva, a Rua Emílio Wachholz, em Testo Rega, é uma delas.

1 de junho de 2015

As chuvas voltaram a castigar o município neste fim de semana. E com elas pontos de alagamento foram registrados em diversos locais da cidade, assim como estragos causados pela força das águas que descem pelos morros e ruas.
Dentre todos os pontos que registraram problemas durante o período de chuva, a Rua Emílio Wachholz, em Testo Rega, é uma delas. No local, os moradores reclamam e pedem uma solução para a falta de escoamento da água proveniente das chuvas. No local, e também nas ruas próximas, moradores eram impossibilitados de chegar as suas residências devido ao trânsito impedido por conta da água na pista.
Ainda de acordo com os moradores, a situação ocorre a cada chuva e o principal problema do local são as tubulações, que não dão conta da quantidade de água e, com isso, os alagamentos são inevitáveis.
Não muito longe dali, na Rua Rega III, também em Testo Rega, o problema é o mesmo. A tubulação. Moradores da rua afirmam que o problema ocorre desde 2001 e até hoje nada foi feito para solucionar a situação.
Além da tubulação pequena para a quantidade de água que passa pelo local na hora das chuvas, na redondeza é necessário que haja o desassoreamento do rio para que a vasão da água se dê de forma mais eficaz.
Enquanto isso, no Wunderwald, a cada chuva que ocorre a residência de Wanderlei e Andressa sofre com a elevação do riacho ao lado de sua casa. O casal afirma que a força da água, assim como o seu volume, não são contidos pela pequena vasão dada pela tubulação que corta a rua e, com isso, toda a água para em seu terreno, além de invadir sua casa. 'Toda vez é a mesma história. Não podemos sair de casa por medo', afirmam. Ainda de acordo com o casal, a situação acontece há anos e seria reparada definitivamente se fossem colocadas galerias no local.
Na Rua Presidente Juscelino, no Ribeirão Areia, a água das chuvas não alagou o local, mas destruiu a estrada de barro. A força da água que desceu do morro cavou buracos profundos nas extremidades da rua e também entupiu os bueiros. As pedras acumularam-se sobre a via quase impossibilitando a passagem de veículos. Moradores desta rua efetuaram a limpeza do local antes que uma próxima chuva chegasse. Ainda no Ribeirão Areia, outros pontos de alagamento foram registrados.
No Ribeirão Herdt, a elevação do rio assustou moradores, mas não chegou a atingir as ruas. Apenas o pasto localizado em frente a Escola Rodrigues Alves foi tomado pelo rio. No entanto, a força da água pôde ser percebida ao passar por debaixo da ponte que fica localizada na rodovia.
Em Testo Central, a forte chuva deixou sua marca nos morros ao descer com força marcando todo o percurso. Além disso, o alto nível do rio também pode ser notado, mesmo que no local a chuva tenha sido mais amena.
As chuvas ocorreram no fim das tardes de sexta-feira, sábado, domingo e segunda-feira, não dando trégua para a população e preocupando-a em relação a uma nova enchente.
Eduardo Pandolfo, assistente da Defesa Civil, informou que, a curto prazo, apenas a recuperação dos locais em que foram registrados estragos será efetuada. 'Neste momento vamos efetuar a recuperação dos locais em que foram registrados estragos. Estamos efetuando, também, um levantamento dos pontos mais críticos para que, a longo prazo, sejam efetuados reparos. Para isso vamos solicitar verba federal, explica Pandolfo.

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