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Um evento em prol do bem-estar

Atletas pomerodenses participam de corrida presencial, exaltando a volta dos eventos e perpetuando a saúde entre as pessoas.

fdad9cd495b5d1caeaf9021e5bab90cb.jpeg Foto: -Casal festejou a volta das corridas presenciais (Divulgação)

No domingo, dia 25 de julho, centenas de atletas participaram da 16° edição da Corrida e Caminhada Por Uma Vida Sem Drogas Cerene, pelas ruas de Blumenau. O evento compreendeu uma Corrida Rústica, de 7K, e uma Caminhada, de 3K, ambas realizadas de forma presencial e obedecendo ao todos os protocolos relativos à não disseminação da Covid-19.

 

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Uma das novidades foi a largada em “ondas”, com intervalo de 1h entra elas, a fim de se evitar aglomerações. O uso de máscara foi obrigatório antes e depois da corrida e não houve cerimonial de premiação no local - os troféus serão disponibilizados para retirada após o evento, em local a confirmar, com base nos tempos cronometrados pela organização.

Pomerode teve uma boa participação no evento. O destaque vai para duas “duplas” bastante engajadas no meio das corridas e que sempre conseguem boas colocações. Uma dessas duplas é o casal Vilmar Luís Boni e Márcia Frotzcher, que voltou a participar de um evento presencial após exatos um ano, cinco meses e nove dias. “Largamos às 9h, em uma das ‘ondas’. Foi muito gratificante poder voltar pois, para mim, teve um gostinho ainda mais especial, pois foi meu primeiro evento na condição de ‘sexagenário’. Quando soubemos da corrida, imediatamente nos inscrevemos. Foi uma prova muito bacana de participar, pelas ruas centrais de Blumenau. Terminei a corrida em 29’18”, enquanto a Márcia fez um ritmo mais cadenciado, terminando com o tempo de 58’18”. Esta foi minha terceira participação na prova e a Márcia, a segunda”, destaca Boni.

 

Foto: Divulgação


 

Para ele, as atividades físicas são primordiais na luta contra a Covid-19 e a volta dos eventos presenciais, igualmente, é importante, para os atletas e para o esporte, de uma maneira geral. “Eu tenho corrido e caminhado praticamente todos os dias, sempre otimista em garantir um bom condicionamento físico. Além de fazer um ‘longão’ semanal de Mountain Bike. Já minha esposa faz caminhadas e ‘trotes’, duas vezes por semana. O diferencial desta prova é que no dia anterior, pedalei 111km até o Complexo do Sesi, para retirar os kits”, finaliza o atleta, aos risos.

 

Unidas pelo esporte

Sentimento parecido também vivenciaram as amigas Patrícia Suavi e Vilma Vigolo. Largando às 11h, ambas permaneceram juntas durante todo o trajeto de sete quilômetros, terminando com o tempo de 43’52”. “Eu geralmente faria o percurso em 35 minutos, mas fui acompanhando a minha amiga, que fez a sua ‘estreia’ em eventos presenciais. E posso dizer que ela foi muito bem, pois completou a corrida sem parar”, relata Patrícia.

Já Vilma conta que o evento, além de ser muito bem organizado, foi emocionante. “Nunca havia feito qualquer tipo de prova assim. Neste contexto, posso afirmar que superei meus limites, pois não imaginava terminar a prova assim, sem paradas. Agradeço minha amiga Patrícia e meu namorado Tiago Miguel, pelo incentivo e por me proporcionarem a emoção de participar de um evento como esse”.

 

Amigas Vilma e Patrícia, durante a prova  |  Foto: Divulgação


 

Experiente, Patrícia já coleciona grandes eventos no currículo, como a Corrida de São Silvestre. Portanto, sua preparação é primordial para que possa ter um bom desempenho sempre. “A corrida é a minha paixão, então, toda prova me motiva cada vez mais. Faço musculação, de segunda a sexta-feira, com esteira três vezes por semana, ou mesmo, na rua. Já nos fins de semana, geralmente realizo percursos entre 10 e 15 quilômetros”, ressalta.

Por conta dessa paixão, a atleta também destaca a importância da volta das corridas presenciais, principalmente, como incentivo a novos adeptos. “Acho que todos os atletas esperavam, ansiosamente, por isso. É uma ‘vibe’ muito legal, só de escutar a música na largada da Corre Brasil, ‘Hoje é Dia de Correr’, do Giba Moojen, todos vão à loucura. E isso faz com que pessoas como a Vilma também se motivem. Treinamos juntas na maioria das vezes, nos fins de semanas, ela e o namorado e eu e meu marido. Estou tentando ‘puxar’ os três para esse mundo que me deixa muito feliz, por não desistirem. Afinal, um esporte que faz bem, tanto para o corpo, quanto para a mente”, completa Patrícia.

 

Foto: Divulgação


 

“Além do convívio social, também estamos aprendendo uma nova forma de convivermos com máscaras e todo cuidado possível. Além de ser uma forma de promover saúde, tomando todas as medidas, conforme os protocolos de segurança”, acrescenta Vilma.

Patrícia termina, exaltando o seu amor pelas corridas. “Correr é muito mais do que colocar um pé na frente do outro, é nosso estilo de vida e mostra muito do que somos. Corra pela saúde, pela superação, pelo prazer... só não pare de correr! Só quem já foi picado pelo ‘bichinho da corrida’, sabe como é impossível se curar dessa ‘doença’”, finaliza.

 



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