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Nós amamos cavalos ? Parte 02 = Trovão, o cavalo inesquecível

E.B.M. Hermann Guenther

6 de julho de 2010

Conheci o Trovão em uma tarde ensolarada e muito quente. Ele estava pastando sozinho, com o pelo bem grosso e o casco grande e sujo de lama.
Eu e meu pai fomos buscá-lo. Na primeira impressão que tive dele e ele de mim, saímos correndo: eu com medo dele e ele, talvez, com medo de mim.
Após horas, meu pai pegou-o e veio me apresentar meu primeiro cavalo. Dei todo carinho a ele, e um belo banho também. Em alguns minutos, sequei-o e escovei-o para deixar seu pelo bem macio. Depois dessa sessão de beleza, eu o encilhei e o levei a um novo lugar, onde Trovão ficaria. Ao chegar, tirei sua cela e o soltei para fazer amizade com os outros cavalos que já estavam lá. Acostumado com o lugar, parecia que ele tinha se apaixonado por uma égua linda, negra, com patas brancas, e uma pinta clara na testa.
Trovão e a linda égua só pastam lado a lado, e coitado do cavalo que se aproximar dela, pois ele fica tão bravo, que parece que vai partir para briga. Já eu e ele cavalgamos muito. Participamos de quase todas as cavalgadas, em Pomerode ou em outras cidades. Nos divertimos muito nesses passeios, principalmente, quando encontramos um ribeirão com água fresca e cristalina. Ele faz a festa!
O Trovão é meu ‘irmão animal’. Nunca me separarei dele, apesar de nossas diferenças.
Texto da aluna Kimberlin Tainá Rocha, 8ª série.

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