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Natal marcado por tristeza e dor

Para parentes e amigos de Wilmar Wiesner, a noite será lembrada com pesar e tristeza, em virtude do seu assassinato no dia 24 de dezembro.

1 de junho de 2015

A noite de 24 de dezembro tem um significado especial por tudo que representa, pelo tempo de renovação, de paz e convívio familiar que faz brotar no ser humano. No entanto, para parentes e amigos de Wilmar Wiesner, a noite será lembrada com pesar e tristeza.

Por volta das 20h do dia 24, Wilmar estava sozinho na Pousada Dein Haus, de sua propriedade, quando foi abordado por dois ocupantes em uma moto, sendo que um deles disparou um tiro em sua cabeça, o que causou sua morte.

Wilmar foi encaminhado ao Hospital e Maternidade Rio do Testo pelo Samu, com o auxílio dos bombeiros, que o medicaram e tentaram reanimá-lo durante o trajeto, mas sem sucesso.

Segundo informações, Wilmar Wiesner estava com a companheira, Gladys Sievert, e, ainda, filha e genro de Gladys na Pousada, onde seria realizada a ceia de Natal. No entanto, os três deixaram o local a fim de terminar os preparativos da noite na residência da companheira. Após ficar sozinho no local, o crime foi executado.

De acordo com o delegado de Pomerode, Luiz Carlos Gross, a Polícia Civil investiga o caso seguindo três pontos como possível causa: latrocínio (roubo seguido de morte), acerto de contas ou crime passional. Muitas informações chegaram, mas partimos destas três vertentes para procurar motivos e, assim, solucionar o caso, afirma.

Ainda de acordo com Gross, de concreto, apenas a participação de uma moto e um veículo. Sabemos, ainda, que a moto foi abandonada próximo a Pedrini Pneus e que ela está registrada em nome de uma mulher, de Blumenau. No entanto, a moto foi vendida há dois anos, em virtude da dificuldade de efetuar o pagamento do financiamento. O comprador, no entanto, também efetuou a venda deste veículo, dificultando a localização do mesmo, afirma.

Além da moto, a Polícia Civil também confirma a participação de um Volkswagem Gol branco no crime. As imagens registradas pelas câmeras de vigilância nas redondezas da Pousada são de baixa qualidade e, por isso, a placa não pôde ser identificada, sendo apenas possível decifrar a cor e o tipo do veículo, explica.

O crime, segundo Gross, foi cometido por pessoas de fora da cidade, mas a questão que fica a ser discutida é como elas conseguiram obter tantas informações sobre a rotina da Pousada no fim de ano.
Na noite do crime, Polícias Civil e Militar, além de Samu e Corpo de Bombeiros Voluntários de Pomerode atenderam a ocorrência.

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