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Não há patrimônio no mundo que supere o amor pela família

Hoje, com 44 anos, a colaboradora relata que começou a trabalhar na empresa no dia 20/08/1996. Com 16 anos de casa, sempre trabalhou na costura, sua grande paixão. Contudo, no passado, para que famílias pudessem trabalhar, Isolde Kannenberg Hafemann cuidava de muitos lares, zelando pelo capricho e pela limpeza.

1 de junho de 2015

Hoje, com 44 anos, a colaboradora relata que começou a trabalhar na empresa no dia 20/08/1996. Com 16 anos de casa, sempre trabalhou na costura, sua grande paixão. Contudo, no passado, para que famílias pudessem trabalhar, Isolde Kannenberg Hafemann cuidava de muitos lares, zelando pelo capricho e pela limpeza. E foi assim que tive meu primeiro contato com a família Sprung, quando fui trabalhar na casa do seu Gilmar. Cuidava da limpeza e, ao mesmo tempo, de seus dois filhos. O Uberto era bem pequeninho na época e o Gilmar Junior era recém-nascido. A oportunidade de conhecer um dos diretores da empresa em sua intimidade faz com que Isolde Kannenberg Hafemann tenha propriedade para dizer que humildade sempre foi uma das características mais presentes na personalidade dos irmãos e diretores da Cativa Têxtil. Se eles chegaram onde estão, é por darem o sangue pela empresa, não esquecerem suas origens simples e por serem muito unidos. Tenho um carinho especial pela família inteira. Hoje, quando vejo os filhos do seu Gilmar aqui na empresa, dando continuidade à gestão, me faz perceber o quanto a vida passa rapidamente. Troquei a fralda dos pequenos e hoje eles se tornaram dois homens criados.
Mesmo se sentindo à vontade para trabalhar como doméstica, Isolde Kannenberg Hafemann carregava consigo um sonho: fazer parte de uma grande empresa. E foi assim que tomou a difícil decisão de abandonar a antiga profissão. Eles não queriam que eu fosse embora, mas eu sempre tive vontade de trabalhar em empresa, então fui para uma malharia. No entanto, acabei ficando menos de três anos lá, não deu certo.
E assim, mais uma vez, o destino aproximou Isolde Kannenberg Hafemann da empresa Cativa Têxtil, desta vez, para que ela trabalhasse até se aposentar, ou melhor, enquanto tiver saúde. Já sou aposentada, completou agora um ano que consegui o benefício. Enquanto eu tiver saúde, quero seguir trabalhando. Não me imagino em casa, na cama. Grande parte das pessoas que se aposentam muito novas, acabam seguindo no mercado de trabalho.
Isolde Kannenberg Hafemann explica que não consegue descrever em palavras o que sente quando compara a empresa em seus primeiros anos de criação, com a atual estrutura. Não tem nem comparação entre o antes e o agora. Mudou muito, em tudo. Hoje temos mais conforto, mais espaço. E mesmo crescendo tanto, os nossos diretores não perderam a essência humilde que possuem.
Conta também a colaboradora, que na outra empresa em que trabalhou, também no ramo têxtil, este contato com os diretores, raramente acontecia. Dá pra contar nos dedos às vezes que nos encontrávamos com os diretores. Pareciam que eram pessoas de outro mundo, inacessíveis. Aqui é bem diferente, nos tratamos com respeito, todos, indiferentemente do cargo ou função desempenhados.
Falando sobre os benefícios, Isolde Kannenberg Hafemann é enfática ao dizer: Gostei muito do que eles fizeram a partir desse ano, de recompensar os colaboradores que não faltam com bonificações que podem somar R$ 1.600 ao ano. Não considerava muito justa a maneira anterior, por sorteio, mesmo já tendo ganhado uma vez. Era uma festa de final de ano, e entre os prêmios estava um aparelho televisor. Tenho a TV até hoje e ainda funciona. Fiquei muito feliz com esse presente, mas prefiro que meus colegas também sejam contemplados, assim, todos nós saímos satisfeitos.

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