- Astrologia
- Auto
- Classificados
- Publicações Legais
- Bombeiros
- Colunas
- Comunidade
- Cotidiano
- Cultura
- Economia
- Entretenimento
- Educação
- Especiais
- Esporte
- Estado
- Eventos
- Pomerlamm Fest ao vivo
- Fotolegenda
- Geral
- JP Explica
- Meio Ambiente
- Mundo
- País
- Perfil Empresarial
- Polícia
- Política
- Obituário
- Revista JP
- Saúde
- Segurança
- Serviços
- Tecnologia
- Turismo
- Trânsito
- Vale do Itajaí
Museu do imigrante
E.M. Raulino Horn
E.M. Raulino Horn
Visitamos o museu do Imigrante em Pomerode Fundos, fizemos um lanche, sentamos na grama e comemos o lanche trago de casa, parecia um piquenique num dia de sol e céu azul. Entramos no museu e vimos à árvore genealógica gigante na parede desenhada da família Weege. A atendente explicou sobre as pessoas, o nome delas, os sobrenomes, disse que no quarto havia penicos na época porque na noite não era preciso sair para ir ao banheiro que ficava lá fora longe da casa, quando chovesse não precisasse sair e se molhar.
O colchão da cama era de palha de manhã acordavam e arrumavam o colchão de palha e afofavam para a noite descansar novamente. Os quartos das crianças maiores ficavam no sótão quando completavam 14 anos. As roupas usadas da época eram bem diferentes. Na cozinha havia um cortador de macarrão as mulheres faziam a massa e cortavam para cozinhar o macarrão.