Muito apoio familiar
Com apenas 11 anos, a pequena Cecília já escolheu a profissão que vai seguir. Ela pretende ser musicista e a família faz
de tudo para garantir que seu sonho seja realizado
Aos 11 anos Cecília Meier já sabe qual profissão vai se dedicar quando chegar a idade adulta. Ela quer ser cantora e está se preparando desde agora para a prova de teoria musical que terá que enfrentar no vestibular.
Teve contato com a música desde muito cedo. Com apenas 3 anos começou a fazer musicalização com a professora Dalci Valentin, ocasião em que acabou caindo nas graças do mundo artístico e descobrindo novas ramificações como o canto, a dança e as artes cênicas.
Hoje a pequena se dedica ao projeto do coro infantil e do grupo teatral “Ra tá ta” do Colégio Sinodal Doutor Blumenau e se aprimora na música com aulas de flauta transversal, percussão e técnica vocal. Além disso, ainda dedica seu disputado tempo com o balé.
O estilo musical de Cecilia é variado. Por dois anos, fez canto erudito e música sacra, mas seu repertório favorito é repleto de MPB.
A mãe, Elisângela, conta que a admiração de Cecília pelo mundo artístico é grande. “Ela costuma dizer que as atividades artísticas são o sentido da vida dela”, enaltece. A família apoia e fornece estrutura para que a pequena consiga conciliar as atividades com a escola. Para isso é necessário disciplina e responsabilidade. “Ela sempre presta atenção durante as aulas, estuda um pouco todos os dias e não deixa acumular tarefas”.
“É impossível imaginá-la sem as atividades artísticas, é algo que faz parte da essência dela. Há muito tempo ela decidiu fazer faculdade de canto”, acrescenta a mãe.
Cecília já se apresentou em várias oportunidades em palcos como atriz e cantora. Também já se apresentou em festivais nos últimos quatro anos, alcançando o primeiro lugar com o canto nos anos de 2013 e 2014, no Fescati, em Timbó.
“Incentivamos sempre e às vezes abrimos mão de outros compromissos para que ela possa cumprir os dela. Também é necessário compreender que essa é uma escolha séria. Não consideramos apenas um passatempo. Por isso nos desdobramos para oferecer condições a ela de frequentar as aulas, se apresentar. Inclusive fomos pacientes até quando ela aprendeu flauta e os agudos nos perseguiam até tarde da noite”, brinca Elisângela.