Mochilão dias 6 e 7
Sexta-feira não ficou nenhuma pendência turística em São Pedro de Atacama. Foi meu último dia na cidade. Acordei, dei aquela enrolada básica, mandei o material do blog e comi uma fruta. Deixei o hostel às 11h00m, meu horário de saída.
DIA 06 –
Sexta-feira não ficou nenhuma pendência turística em São Pedro de Atacama. Foi meu último dia na cidade. Acordei, dei aquela enrolada básica, mandei o material do blog e comi uma fruta. Deixei o hostel às 11h00m, meu horário de saída.
Saí para passear no centrinho da cidade. Visitei a praça, igreja, encontrei alguns brasileiros de Minas Gerais. Depois fui ao locutório ligar para a família.
Voltei para o albergue, almocei e fui ao terminal de ônibus caminhando. Embarquei e curti 17 horas de viagem rumo ao Sul, em La Serena.
Dia 07 –
Cinco minutos depois que cheguei na cidade saiu um micro-ônibus para Pisco Elqui. Fiquei muito impressionado com o lugar. É uma vila, que foi formada dentro de um vale de montanhas. Aqui vivem aproximadamente duas mil pessoas, do artesanato, agricultura e turismo. Pisco Elqui é considerada o centro magnético da Terra, então é uma cidade bastante mística.
Fui muito bem recebido na cidade, que conta com pessoas encantadoras. No hostel Balcones de Pisco fui recebido pelo Guillermo que me ofereceu uma estrutura maravilhosa. Se não bastasse, encontrei um passeio chamado Tour Místico, orientado por Reneé e família.
O passeio custa R$ 70,00 e conta com quatro paradas. É uma forma de apresentar pessoas e lugares que dão o perfil místico ao lugar. Visitamos um local no meio das montanhas que é considerado o centro magnético da terra. É uma grande pedra de quartzo, a mais de 15 km do centro do povoado. As pessoas procuram o lugar para encostar-se à pedra, dizem que dá boas energias.
Depois fomos degustar e conhecer uma empresa que produz Pisco, a bebida típica da região que dá o nome ao lugar. Bebida forte e produzida com uva. Os Chilenos usam como referência a cachaça Brasileira. Um guia apresenta a história da empresa e fala sobre a produção da bebida.
O terceiro ponto foi conversar com um senhor que vive nas montanhas há mais de 30 anos. O Hermano Pacho, considerado um mestre do local, fala sobre deixar o que não importa de lado, ouvir o coração e valorizar mais as pessoas. Ele conta como foi deixar tudo de lado e viver nas montanhas.
A quarta e última parada do tour foi no povoado de Hórcon, feira de artesãos.
Encerramos a noite jantando na casa de Renée, que gentilmente me convidou junto com os outros turistas. Depois fomos ouvir música popular do Chile em um hotel próximo, nos aquecendo em uma fogueira e bebendo vino navegado, uma espécie de vinho aquecido com canela.