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Metalúrgicos aprovam acordo salarial 2012/2013

O Sindicato dos Trabalhadores Metalúrgicos de Pomerode encerrou sua Campanha Salarial 2012/2013 no último sábado, dia 24 de novembro. Reunidos em assembleia geral os trabalhadores decidiram aprovar as propostas negociadas com o Sindicato Patronal. O acordo estabelece reajuste salarial de 9% no valor do piso da categoria, passando para R$ 960. O reajuste será de 8%.

1 de junho de 2015

O Sindicato dos Trabalhadores Metalúrgicos de Pomerode encerrou sua Campanha Salarial 2012/2013 no último sábado, dia 24 de novembro. Reunidos em assembleia geral os trabalhadores decidiram aprovar as propostas negociadas com o Sindicato Patronal.
O acordo estabelece reajuste salarial de 9% no valor do piso da categoria, passando para R$ 960. O reajuste será de 8%. Isso significa que a categoria receberá um aumento real de 2%, já que a defasagem salarial acumulada nos últimos 12 meses, baseada no INPC – Índice Nacional de Preços ao Consumidor, fechou em 6%.

Categoria conquista licença maternidade de 180 dias
A nova Convenção Coletiva de Trabalho 2012/2013 obriga as empresas a aderir ao “Programa Empresa Cidadã”, instituído pela lei 11.770/2008, que prevê incentivo fiscal para as empresas prorrogarem o direito da Licença Maternidade, de 120 para 180 dias.
As empresas que não aderirem ao programa concederão a prorrogação da Licença Maternidade às suas custas, em igualdade de condições às empregadas, dispensando-as do trabalho com remuneração equivalente a do período da Licença Maternidade.
O presidente do Sindicato dos Metalúrgicos, Antenor Zimermon, que liderou a comissão de negociação dos trabalhadores, disse que o resultado, apesar de não ter sido o solicitado inicialmente pela classe, deixa a categoria satisfeita, principalmente porque também ficou acima da contraproposta inicial apresentada pelos patrões. “Conquistamos 2% de aumento real nos salários e um piso de R$ 960. Garantimos o direito dos 180 dias de Licença Maternidade. Mas, sobretudo, estamos lutando por melhores condições de trabalho e salário. Só com mobilização avançaremos mais nas conquistas”, explica.
As demais cláusulas da convenção coletiva da categoria não foram alteradas. Os reajustes passam a valer a partir de 1º de novembro.

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