Mauro Gislon sucede Arno Müller na presidência da Câmara
Com 20 minutos de atraso, e acertos de última hora, a Câmara de Vereadores iniciou o processo de eleição para a mesa diretora, gestão 2006.
Com 20 minutos de atraso, e acertos de última hora, a Câmara de Vereadores iniciou o processo de eleição para a mesa diretora, gestão 2006. Durante toda a sessão ordinária, na segunda-feira (12), os vereadores mostravam-se inquietos, levantando-se a pequenos intervalos e fechando acordos entre si. O vereador Mauro Gislon (PFL), cuja chapa foi vencedora, era o mais inquieto, embora sorrisse o tempo todo, demonstrando estar confiante na vitória. O prefeito Ércio Kriek esteve presente na sessão, prestando apoio ao líder do Governo no Legislativo. O processo de eleição iniciou após a sessão ordinária. Houve a inscrição de duas chapas. A de número 1, vencedora por cinco votos contra quatro, contemplava Mauro Gislon (PFL) como presidente, Arno Müller (PP) como vice, Ricardo Campestrini (PFL) como primeiro secretário e Edi Nicolodelli (PMDB) como segunda secretária. A segunda chapa, tinha o vereador Marcos Claus Hoeft (PP) como presidente, Maurício Wisnieswski (PMDB) como vice, Edi Nicolodelli (PMDB) como primeira secretária e Antenor Zimermon (PT) como segundo secretário. O presidente da mesa diretora do legislativo para o ano de 2006, Mauro Gislon, considerou a eleição muito difícil. “Foram 15 dias de muito trabalho. E devo dizer que o apoio do prefeito Ércio kriek foi muito importante, assim como do atual presidente, vereador Arno Müller e de todos os vereadores”. A sua meta, e também palavra de ordem, será economia. “Não temos mais tantas obras e a Câmara está totalmente equipada. Vamos buscar agora devolver o máximo possível dos R$ 1,300 milhão do orçamento da Câmara para ser investido em obras no município”. A intenção de Mauro Gislon é fazer a devolução da sobra do orçamento a cada três meses e não apenas no final do ano, como é de praxe. “Somente após termos este dinheiro disponível é que iremos discutir as prioridades de aplicação”, ressaltou, ao ser indagado se o recurso seria investido na pavimentação. O vereador Marcos Claus Hoeft, o Quinhos, que encabeçava a chapa 2 e perdeu por um voto, disse que a discussão em torno desta chapa foi realizada durante a semana e não naquele dia. “A distribuição de cargos foi muito pensada. Mas, infelizmente, não tivemos o apoio da maioria. Sendo assim, parabenizo o Mauro, acreditando que a Câmara está em boas mãos”, finalizou.