Mascote da Weihnachtsfest já tem nome definido
Escolhido através de votação popular na internet, o nome vencedor, dentre as opções disponíves, “Nussi”, “Knacki” e “Prinz”, com 39,7% dos votos, ou seja, 551 votos, o mais votado foi “Nussi”, que faz alusão e é inspirado na palavra Nussknacker, que siginifica quebra-nozes no idioma alemão
O natal está logo aí. Há menos de um mês para a comemoração, como de costume, a cidade mais alemã do Brasil já entra no clima. Ainda mais, devido à Weihnachtsfest, a Festa de Natal de Pomerode, que vai até o dia 29 de dezembro.
Nesta edição, os visitantes poderão prestigiar uma novidade. O famoso boneco quebra-nozes, presente na decoração e o mascote oficial da festa, agora tem nome.
Escolhido através de votação popular na internet, o nome vencedor, dentre as opções disponíves, “Nussi”, “Knacki” e “Prinz”, com 39,7% dos votos, ou seja, 551 votos, o mais votado foi “Nussi”.
O nome faz alusão e é inspirado na palavra Nussknacker, que siginifica quebra-nozes no idioma alemão.
O mascote estará, diariamente, a partir das 18h, na festa, para interagir com todos os visitantes, sejam crianças ou adultos, tirar fotos e divertir. Portanto, se você o encontrar, já sabe como se chama.
Personagem
O famoso boneco quebra-nozes faz parte de mais uma das tradições resgatas por Pomerode.
Na Alemanha, o natal, com ou sem neve, é comemorado com suas tradicionais feirinhas, o Glühwein (vinho quente), Lebkuchen (pão de mel) e, claro, toda a decoração colorida e iluminada, assim como em Pomerode, sem esquecer dos tradicionais bonecos quebra-nozes.
O personagem é tradicional na região serrana de Erzgebirge, na fronteira da Saxônia com a República Tcheca. Inicialmente, surgiu com a função que carrega no nome, a de quebrar nozes, iguaria presente em tantos pratos e guloseimas da cultura alemã. Porém, há algumas décadas, o utensílio deixou de ser utilizado para se tonrar um objeto de decoração natalina, fazendo parte da lista de artefatos usados nesta época do ano, como velas, presépios e pinheirinhos.
Foi vinculado ao Natal no século XIX, quando começou a ser fabricado como utensílio-enfeite, baseado em uma ilustração do conto O rei Quebra-Nozes e o pobre Reinhold, escrito por Heinrich Hoffmann, em 1851.