Marco Antonio Wanrowsky agradece pelos votos recebidos em Pomerode
Candidato suplente ao cargo de Deputado Estadual de Santa Catarina aproveitou a visita a cidade e falou sobre os projetos
que pretende defender pelo PSDB
Em passagem pela cidade o candidato suplente ao cargo de Deputado Estadual de Santa Catarina pelo Partido da Social Democracia Brasileira, Marco Antonio Wanrow- sky, aproveitou a oportunidade para agradecer os votos recebidos no município. O candidato que recebeu ao todo 29.585 votos, sendo 1.367 destes, em Pomerode, voltou ao seu posto como vereador em Blumenau, e falou ao Jornal de Pomerode sobre os projetos que pretende defender, por meio de seu partido.
“Por ser médico e Diligente do Conselho de Administração da Unimed, tenho relações com Pomerode tanto do ponto de vista político, como do profissional. Sou professor do curso de medicina da Furb, então de alguma forma a gente sempre tem uma relação com a saúde pública. Minha vinda hoje é para agradecer o partido e os votos recebidos e dizer que farei o que estiver ao meu alcance na suplência e trabalhar sempre com o que eu imaginei, que é olhar para a nossa região como uma grande região metropolitana pois existem pessoas que moram em Pomerode mas trabalham em Blumenau e vice-versa. Somos muito próximos, então existem coisas que afetam a nós, como por exemplo a BR 470. É importante para todos nós, a luta não é de um ou de outro. Transporte coletivo intermunicipal interessa a todos por causa do acesso as universidades por pessoas que vivem em outras cidades”, afirma o vereador.
Wanrowsky também citou a questão da saúde pública. Para ele é importante apoiar os hospitais que já existem e pensar também em hospitais regionais. “Já participei do comitê de implantação do hospital regional, que também tem a possibilidade de ser um hospital universitário. Nós somos a única região polo que não tem hospital regional. Um hospital regional é do estado. Construído e mantido pelo estado. É preciso discutir isso. Não apenas Blumenau ou Indaial, mas toda a região precisa discutir um modelo de assistência à saúde que a gente quer. A universidade é um polo interessante para a construção de um modelo de atendimento regional. Fui fundador do curso de medicina em Blumenau, dou aula há mais de 20 anos e a universidade tem esse perfil de preparar as pessoas para atuarem na área. Mas agora a gente tem que sair do que a gente fala e partir para a ação. Temos que apoiar os hospitais existentes, mas também temos que buscar no estado aquilo que não temos”, explica.
Sobre a segurança pública, o vereador considera ser esta uma questão deixada para segundo plano há muito tempo. “A segurança pública passa por vários fatores. O preventivo, com ações voltadas para a comunidade como geração de emprego, renda, educação, de acesso a cultura, lazer, coisas que demandam um médio em longo prazo para concretização. Mas também temos a segurança repressiva que seria a diminuição do crime ou buscar sua ausência. A parte de inclusão social deve ser tratada sempre, mas agora é preciso tratar o problema. A ferida está aberta. Acredito no investimento de câmeras de segurança. Seu funcionamento adequado pode fazer com que a polícia seja deslocada mais rapidamente para coibir um assalto ou alguma atitude suspeita, mas precisamos aumentar o efetivo. Nosso efetivo em todas as cidades está abaixo do nível necessário, o que significa outra discussão regional, pois se a segurança não está bem em Blumenau, ela daqui a pouco também não estará bem em Pomerode. O meliante de lá vai para outras cidades. Existem várias discussões em andamento, a exemplo da guarda municipal metropolitana. A segurança pública é uma discussão necessária, as pessoas hoje não se sentem seguras”, finaliza o vereador que exerce mandato até 2016.