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Mais de meio milhão em aluguéis

De 2013 a 2015, a Prefeitura de Pomerode gastou mais de R$500 mil no pagamento de aluguéis de imóveis utilizados
por seis secretarias

24 de fevereiro de 2016

A solicitação de quanto foi gasto em aluguéis foi efetuada à Prefeitura de Pomerode e os números apresentados pelo vereador Rafael Pfuetzenreiter na sessão da Câmara.

Os valores são referentes ao aluguel de imóveis para seis secretarias: Planejamento, Educação, Fazenda, Saúde, Desenvolvimento Social, Rural e Meio Ambiente.

As informações dão conta de que entre os anos de 2013 e 2015 um valor superior a meio milhão de reais foi gasto no pagamento do aluguel de 17 imóveis.

O número de imóveis alugados revela ainda um crescimento de 58% no comparativo de 2013 e 2014. Em dois anos, ou seja, de 2013 a 2014, o aumento total foi de 79%.

“Não falo apenas da Saúde, mas todas as secretarias que existem em Pomerode. Então fiz um requerimento no segundo semestre do ano passado. Recebi as informações no fim do mês de janeiro, juntei tudo e criei uma planilha comparativa”, explica o vereador Fitzen.
A Secretaria de Saúde é a pasta que mais paga por imóveis alugados. Em 2015, foram quase R$250 mil. Para o vereador Fitzen, o aluguel da estrutura para o Posto de Saúde do Centro, deveria ser revisado. O antigo local foi interditado por possíveis comprometimentos na estrutura.

“Este valor que foi gasto com estes aluguéis chega a ser de R$400 mil. Na minha opinião, já daria para reformar a estrutura. Mas como nenhuma outra alternativa é efetuada, pagamos altos aluguéis, que chegam a R$20 mil por mês”, frisa o vereador.
A Secretária de Saúde, Waltraud Hinkeldey, explica que o aluguel do imóvel foi inevitável e que outros projetos ainda não foram aprovados. “Com a interdição do Posto no Centro, era preciso alugar espaços para a sede do Samu, o Posto e a Policlínica. As transferências foram necessárias, pois não poderíamos deixar a população sem atendimentos. Assim como Pomerode, outros municípios também alugam estruturas, a exemplo de Blumenau. Poderíamos economizar esse dinheiro se o prédio não tivesse sido interditado. Sobre projetos, para a policlínica, via Ministério, não há, somente para unidades básicas. São três ainda que precisam ser construídas para termos 100% na cidade. Uma já foi liberada e está em processo de licitação, as outras duas ainda aguardam aprovação”, explica a Secretária.

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