Lugar de lixo é na lixeira
Praça na rua Johanes Rodel já sofre com casos de lixo deixado no chão, mesmo havendo uma lixeira no local. Diversas pessoas da comunidade flagraram situações de lixo jogado no chão e de pessoas que utilizam o espaço com os bancos para consumo de drogas e bebida alcóolica.
A ponte pênsil Lauro Guilherme Augusto Rahn, que liga as duas margens do Rio do Testo na rua Johanes Roedel, foi inaugurada no dia 15 de setembro e, na cerimônia, um dos discursos mais frisados foi o apelo à população para que ajudasse a zelar pela estrutura da ponte e pelo espaço onde ela se encontra.
Porém, agora, menos de três meses depois, já surgiram casos de descaso com o cuidado do ambiente da ponte, que deveria ser de apreciação à natureza e, também, agradável ao público que a utiliza.
Diversas pessoas da comunidade flagraram situações de lixo jogado no chão e de pessoas que utilizam o espaço com os bancos para consumo de drogas e bebida alcóolica. Diante desta situação, procuramos o poder público para encontrar possíveis soluções para o problema do lixo, principalmente.
Em contato com a Secretaria de Obras, o secretário, Wilhelm Zilz, disse que já existe um tambor destinado ao lixo, próximo à entrada da ponte, mas que não é utilizado pela população. “Já existe o tambor, mas aí entra a consciência da população em jogar o lixo do que consome ali. Regularmente, uma equipe faz a limpeza no local, então, limpamos quando há lixo no chão, porém não é sempre, então cabe à população colaborar para manter o local limpo”, afirma o secretário.
Ele também informou que existem planos para melhorias no local. “A partir de fevereiro do ano que vem, devem ser instalados, pelo menos, mais um banco e lixeiras próximas a ele, porém isso só será concretizado em 2018, pois em 2017 não temos mais tempo hábil para realizar estas instalações”, revela Zilz.
Sobre a questão do consumo de drogas e bebida alcóolica e até de lixo no chão, a comunidade pode entrar em contato com a Polícia Militar e fazer a denúncia através do número 190.