Lealdade e discrição são sinônimos do secretariado
Exercendo a função há quase 40 anos, Suili Volkmann é exemplo de dedicação e explica que para ter sucesso é fundamental fazer o que se gosta! Planejar, organizar, coordenar, comandar e controlar. Essas são algumas das muitas funções de um secretário, que pode ser considerado o elo na cadeia do diálogo entre a direção da empresa e o corpo de colaboradores.
Planejar, organizar, coordenar, comandar e controlar. Essas são algumas das muitas funções de um secretário, que pode ser considerado o elo na cadeia do diálogo entre a direção da empresa e o corpo de colaboradores.
A profissão, ao contrário do que se pode imaginar, é uma profissão competitiva, onde a maioria das tarefas é especializada e outras exigirão o bom senso, a diplomacia e a discrição.
E se tem alguém que sabe exercer a função com maestria é Suili Volkmann, 54 anos, que há 37 trabalha no grupo NETZSCH. “Eu comecei na NETZSCH do Brasil e hoje estou na NETZSCH Moagem, como secretária do diretor geral”, conta.
Suili passou por setores como o departamento de engenharia e vendas antes de chegar onde está.
Para desempenhar bem a função o segredo é um só: gostar do que faz. “O crescimento e reconhecimento faz parte de um processo e, no meu caso, acompanhei o diretor. No entanto, para exercer a função é preciso estar sempre atenta, manter o foco e não cometer erros”, ressalta.
Aprendizado também é uma palavra que defini a profissão. Isso porque, segundo Suili, cada dia há algo novo para aprender. “Sempre tem alguma coisa para fazer. É viagem para agendar para os funcionários, um telefonema, papelada. E faço isso com muito gosto, porque eu adoro o que faço”, frisa.
A profissão permite ainda que o contato com outras pessoas transforme uma relação profissional em amizade e sinônimo de confiança. “Conquistamos nessa área amigos e parceiros”, comenta.
Suili também enaltece a importância de, no caso de uma empresa multinacional, o conhecimento em outro idioma. “Fala, principalmente, com pessoas da Alemanha por ter conhecimento na língua. E, quando completar 40 anos quero conhecer o país, mas para passear”, revela.
A secretária reforça ainda que não escolhe trabalho e faz o necessário para trabalhar de forma eficiente. “É preciso fazer o que se gosta para fazer bem”, finaliza.