Geral

Laços de afeto são fatores decisivos no desenvolvimento global do aluno

E.B.M. Almirante Barroso

27 de setembro de 2008

E.B.M. Almirante Barroso



As emoções fazem parte do cotidiano das nossas escolas. A todo instante vivenciamos uma experiência emocional que se manifesta de diversas maneiras, com suas características próprias (algumas até têm semelhanças), mas diferentes no seu conteúdo. Um exemplo é bem claro: alguns choram de dor ou tristeza; outros, de alegria.


Com a educação emocional, criamos um vínculo afetivo muito grande: é quando acontece um comprometimento mútuo entre professor e aluno, respeitando a individualidade de cada um deles enquanto pessoa. Wallon nos diz: “A educação da emoção deve ser incluída entre os propósitos da ação pedagógica, o que supõe o conhecimento íntimo do seu modo de funcionamento”.


Será que é possível imaginar ainda nos dias de hoje, que não há relação entre a aprendizagem e o emocional do aluno?


Na sala de aula, os alunos, com freqüência, entram em conflito por uma série de sentimentos que vivenciam em casa, na rua ou na escola e que se refletem na aprendizagem, às vezes, positivamente e, às vezes, negativamente.


Nós, professores, temos que descobrir alternativas ou encontrar a peça que falta em nossos esforços para chegarmos até os alunos e não transformar nosso ensino em mais uma oportunidade para o fracasso escolar.


O professor é o mediador desse processo de aprendizagem: as relações de ensinar e aprender. Aprender e ensinar entre professor e aluno acontecem constantemente.


O professor não precisa exercer uma autoridade explícita. Sua autoridade docente é conquistada pela sua cidadania, sua liderança e sensibilidade.


Tânia Mara Gruetzmacher Doege – Especialista em Educação Escolar ? Inclusão

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