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Karateca pomerodense participa de campeonato mundial

Guardem este nome: Émerson Marciano da Silva. Com apenas 15 anos, o atleta da Associação Pomerodense de Karatê-Do possui mais de 150 medalhas, num currículo que acumula vitórias e desafios. O maior de todos eles, no entanto, está para se concretizar. O karateca pomerodense está se preparando para disputar o…

2 de julho de 2010

Guardem este nome: Émerson Marciano da Silva. Com apenas 15 anos, o atleta da Associação Pomerodense de Karatê-Do possui mais de 150 medalhas, num currículo que acumula vitórias e desafios.
O maior de todos eles, no entanto, está para se concretizar. O karateca pomerodense está se preparando para disputar o 3º Campeonato Mundial de Crianças, Cadetes e Juniores, no Ginásio do Ibirapuera (São Paulo), entre os dias 07 e 10 de julho. “O mundial sempre foi um sonho para mim, por isso, estou batalhando para poder desempenhar o meu melhor papel na competição”, ressalta.
A rotina de Émerson compreende três treinamentos semanais, entre 18h30 e 20 horas. Além disso, há uma preparação toda especial para o Mundial. “Em todas as competições, sempre procurei dar o máximo de mim. E agora não está sendo diferente. Procuro treinar, cada vez, mais e melhor. Isso está me dando bastante confiança para a competição”, ressalta.
“O nível do karatê catarinense está muito bom. Por isso, tenho certeza que tenho chances de brigar por uma medalha no Mundial. Cada um de nós temos sonhos, e precisamos batalhar por eles. E eu estou fazendo isso”, acrescenta.
Esta não será a primeira competição internacional do pomerodense. Em 2008, Émerson já conquistou o 5º lugar no Panamericano daquele ano.
Para o seu treinador, Sigfrid Goldacker, o atleta tem um futuro brilhante pela frente. “O Émerson é muito esforçado nos treinos, por isso, tenho total confiança de que ele possa fazer uma ótima competição”.
Perguntado sobre qual a sua motivação, o karateca não hesita em responder: “eu pratico o karatê desde os sete anos de idade. Minha inspiração sempre foi o meu pai, por isso, ele é um exemplo para mim. Quero aproveitar para agradecer a ele, à minha mãe, ao ‘sensei’ Sigfrid e a todos que têm me ajudado. Espero poder recompensar toda esta dedicação com uma medalha”, finaliza Émerson.
 

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