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Jovem morre afogado no rio Itajaí-Açú

Um jovem de 17 anos morreu afogado na manhã desta segunda-feira (25), em Gaspar, após entrar no rio Itajaí-Açú para banhar-se.

25 de abril de 2016

Um jovem de 17 anos morreu afogado na manhã desta segunda-feira (25), em Gaspar, após entrar no rio Itajaí-Açú para banhar-se. Djonatan Antunes dos Santos entrou na água por volta das 9h, às margens da rua Angela Hostert, na localidade do Jardim Primavera, área também conhecida como Marinha, no bairro bela Vista.

 

Segundo informações dos bombeiros, a vítima estaria no local com outros dois jovens, que não entraram no rio. “Eles estavam muito assustados e disseram apenas que Djonatan entrou no rio e afundou após dar duas ou três braçadas”, explica o cabo Gil, do Corpo de Bombeiros Militar de Gaspar. A vítima residia na rua Paraíba, no bairro Bela Vista com a mãe, Fernanda Antunes, e quatro irmãos. Avisada sobre o ocorrido, Fernanda foi até o local e teve que ser contida pelos bombeiros pois queria entrar no rio para porcurar o corpo do filho. Ela precisou ser atendida e sedada pela equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu).

 

As buscas pelo corpo do jovem já iniciaram e, além de uma embarcação do Corpo de Bombeiros de Gaspar, está no local também uma equipe de Blumenau. Conforme explica o cabo Gil, as buscas serão realizadas de duas maneiras. Enquanto uma equipe irá percorrer o rio no sentido Gaspar – Ilhota a outra irá mergulhar no local onde o jovem afundou. “No momento do afogamento havia uma correnteza forte no rio. O corpo pode ter sido levado rio abaixo ou estar preso em algum galho, por exemplo”, afirma o cabo. Segundo ele, devido ao forte calor, o corpo deve boiar em 48 horas. “Nossa recomendação é que as pessoas não entrem no rio, pois é muito perigoso nadar nesta água. Além da poluição, existe a correnteza e entulhos, onde as pessoas podem ficar presas”, afirma.

 

Apesar do risco, é comum as pessoas se banharem nas águas do Itajaí-Açú, principalmente no Jardim Primavera. Morador há mais de 20 anos do loteamento, Silvio Odeli diz que já presenciou outros afogamentos no local. “É comum jovens nadarem aqui no rio. A gente fala e orienta, mas eles não nos escutam. É muito dolorido quando acontece uma coisa destas”, lamenta.

 

Fonte: Jornal Metas

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