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Índices de empregabilidade sobem no Brasil

O Brasil fechou o ano com uma marca positiva. A geração de empregos subiu e atingiu um recorde histórico, somando 2,52 milhões de novos empregos com carteira assinada em todo o ano passado. Os dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgados na terça-feira (18/01) pelo Ministério…

21 de janeiro de 2011

O Brasil fechou o ano com uma marca positiva. A geração de empregos subiu e atingiu um recorde histórico, somando 2,52 milhões de novos empregos com carteira assinada em todo o ano passado.
Os dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgados na terça-feira (18/01) pelo Ministério do Trabalho.
Desde 1992, quando os dados começaram a ser pesquisados, a maior criação de empregos formais para um ano fechado havia sido registrada em 2007 – quando foram abertas 1,61 milhão de vagas. No ano passado, pela primeira vez, a criação de empregos com carteira assinada ultrapassou a barreira de dois milhões.
De acordo com dados do Ministério do Trabalho, a criação de empregos formais bateu recordes em seis dos doze meses do ano passado. O número foi o maior da história para os meses de janeiro a maio e, posteriormente, em agosto de 2010.
Para o ministro Carlos Lupi, a meta sempre foi atingir esses 2,5 milhões. Contudo, para que este número fosse alcançado, o governo contabilizou, pela primeira vez, empregos declarados fora do prazo de entrega da declaração.
Em dezembro do ano passado, o governo informou que foram fechadas 407 mil vagas com carteira assinada. Geralmente, há mais demissões do que contratações no último mês de cada ano. No mês passado, o ministro do Trabalho, Carlos Lupi, informou que o fechamento de vagas em dezembro seria inferior a 300 mil postos.
E para 2011 as expectativas são ainda melhores. O ministro afirma que a previsão deve subir, chegando aos três milhões de empregos, que segundo ele devem acontecer graças ao Programa de Aceleração do Crescimento 2 (PAC2).
 

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