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Grupo de cordas se reúne para transferir sentimentos através de instrumentos musicais

São nas quartas-feiras à noite que o Centro Cultural de Pomerode é ponto de encontro para o grupo de cordas da cidade. No local, crianças, jovens e adultos se reúnem com o mesmo propósito: transferir sentimentos através de instrumentos musicais.

15 de maio de 2017

São nas quartas-feiras à noite que o Centro Cultural de Pomerode é ponto de encontro para o grupo de cordas da cidade. No local, crianças, jovens e adultos se reúnem com o mesmo propósito: transferir sentimentos através de instrumentos musicais.

Em atividade desde 2013, o grupo de cordas de Pomerode realiza apresentações durante o ano, além de, no fim do semestre, mostrar o que aprendeu. A responsável, Solange Rohenkohl – professora de violino e viola erudita- enfatiza que não é preciso ter conhecimento musical para iniciar as aulas. Os alunos tem aulas semanais individuais, e depois de alguns meses, passam a integrar o grupo de cordas, participando dos ensaios semanais em grupo, e das apresentações.  “Há quem tenha mais facilidade em aprender e há quem chegue aqui sem nem ao menos ter encostado em um violino. O objetivo principal, certamente, é ter momentos de descontração, aprendizado e envolver-se com o verdadeiro significado da arte”, reitera.

As aulas ocorrem semanalmente e, para os alunos, este é um compromisso. “A música, por si só, é composta por sentimentos. Mas os instrumentos de corda, em nosso entendimento, parecem enaltecer ainda mais isso. E estar presente nas aulas é terapia. Em pouco mais de uma hora esquecemos do mundo lá fora e nos concentramos em aprender, em tocar. Com certeza, uma das melhores experiências de nossas vidas”, completam.

O interesse pela música pode surgir nas mais diferentes formas, seja ainda criança ou já adulto. “A turma é mista, mas todos aprendem juntos e se ajudam. Não importa a idade, não importa o sexo. A música é universal e a delicadeza do som proporcionado pelos instrumentos de corda vão além, são delicados, são únicos e capazes de nos transportar a outros lugares”, comenta a professora.

A música, além de terapia, também aguça sentidos. “Passamos a reparar mais, a reconhecer sons, tons, instrumentos, seja voluntária ou involuntariamente. Além disso, também podemos observar a mudança em nosso dia a dia. Além da dedicação ao estudo do instrumento, sempre que podemos, tocamos o instrumento fora dos horários de aula e isso se transforma em um hobby, praticamente um vício”, afirmam os alunos.

Sem contraindicações, a vontade de aprender e a música fortalecem a autoestima, a resiliência, a capacidade de concentração, o espírito de equipe e a colaboração entre pares.

Quem estiver interessado em participar das aulas, pode entrar em contato com a Fundação Cultural. Além disso, caso não possua violino, a Fundação disponibiliza o instrumento para aprendizado.

Portanto, junte-se ao grupo e, mais do que música, toque vidas.

 

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