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Gripe A (H1N1) faz uma vítima em Blumenau

Uma pessoa já morreu, e outras duas ainda continuam internadas diagnosticadas com gripe A. Uma gestante de 16
anos e um homem de 50 anos estão internados, e outro homem de 52 anos acabou morrendo na sexta-feira, 18/05,
em Blumenau. Três pessoas já morreram em virtude da gripe A no estado, de Blumenau, Itajaí e Rio do Campo.

1 de junho de 2015

Uma pessoa já morreu, e outras duas ainda continuam internadas diagnosticadas com gripe A. Uma gestante de 16 anos e um homem de 50 anos estão internados, e outro homem de 52 anos acabou morrendo na sexta-feira, 18/05, em Blumenau. Três pessoas já morreram em virtude da gripe A no estado, de Blumenau, Itajaí e Rio do Campo. Segundo informações, mais cinco casos estão sendo investigados pela Vigilância Epidemiológica.

SAIBA MAIS: Diferença entre a gripe comum e a Influenza A (H1N1), sintomas, tratamento e prevenção

Elas são causadas por diferentes subtipos do vírus Influenza. Os sintomas são muito parecidos e se confundem: febre repentina, tosse, dor de cabeça, dores musculares, dores nas articulações e coriza. Por isso, não importa, neste momento, saber se o que se tem é gripe comum ou a nova gripe. A orientação é, ao ter alguns desses sintomas, procure seu médico ou vá a um posto de saúde. É importante frisar que, na gripe comum, a maioria dos casos apresenta quadro clínico leve e quase 100% evoluem para a cura. Isso também ocorre na gripe A. Em ambos os casos, o total de pessoas que morrem após contraírem o vírus em todo o mundo é, em média, de 0,5%.
Qualquer pessoa que apresente sintomas de gripe deve procurar seu médico de confiança ou o serviço de saúde mais próximo, para receber o tratamento adequado. Nos casos de agravamento ou de pessoas que façam parte do grupo de risco, os pacientes serão encaminhados a um dos hospitais de referência.
Os exames laboratoriais pararam de ser realizados em todos os casos suspeitos. Essa mudança ocorreu porque um percentual significativo – mais de 70% – das amostras de casos suspeitos analisadas em laboratórios de referência, antes dessa mudança, não era da gripe A, mas de outros vírus respiratórios. Com o aumento do número de casos no país, a prioridade do sistema público de saúde é detectar e tratar com a máxima agilidade os casos graves e evitar mortes.
Como já ocorre com surtos de gripe comum, é necessário confirmar uma amostra de casos e todos os outros que tiverem os mesmos sintomas e no mesmo ambiente, seja em casa, na escola, no trabalho, na igreja ou no clube, serão confirmados por vínculo epidemiológico.
Deve-se lembrar de que alguns cuidados básicos de higiene podem ser tomados, como: lavar bem as mãos frequentemente, com água e sabão, evitar tocar os olhos, boca e nariz após contato com superfícies, não compartilhar objetos de uso pessoal e cobrir a boca e o nariz com lenço descartável ao tossir ou espirrar. Lembrando que a vacina é muita segura, sendo usada em todo o mundo e, não dando reações colaterais graves. Cerca de 15 dias após a vacinação, já começam a surgir os anticorpos que darão a proteção contra a gripe, sendo que esta proteção máxima será atingida após aproximadamente 45 dias. Lembrando também que o vírus da gripe sofre mutação a cada ano, mesmo tempo de duração da vacina, que é de um ano.

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