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Empresas de jogos eletrônicos estão em busca de mão de obra
A criação de jogos eletrônicos fez surgir um promissor mercado de trabalho — no qual está faltando mão de obra especializada.
A criação de jogos eletrônicos fez surgir um promissor mercado de trabalho — no qual está faltando mão de obra especializada. De olho na tela, os alunos de uma escola recém-criada se preparam para entrar num mercado de trabalho promissor – que emprega por enquanto cerca de 600 profissionais.
O desenvolvimento de um jogo é feito com frequência a partir do nosso mundo, o mundo real, com personagens como esse desenvolvido em massa, ainda que sejam às vezes imaginários, só depois é que o jogo passa pra o mundo virtual numa tela.
?Então a gente cria um modelo em massa, três dimensões pra eles poderem se orientar na hora de fazer qualquer situação possível, visão aérea, visão lateral, visão inferior?, diz o instrutor artista de conceito Rodrigo Cardoso.
Só depois da modelagem é que os personagens vão ser fotografados e inseridos no computador, onde serão partes de um jogo, programado para diversos aparelhos.
No ano passado, as empresas de criação de jogos eletrônicos faturaram R$ 87 milhões. Só nos primeiros quatro meses desse ano, houve uma alta de 27% nos lucros em relação ao mesmo período do ano passado.