Em prol da segurança – Coluna da Acip – 13/06
Todas as cidades de Santa Catarina, inclusive Pomerode, vivem uma situação de precariedade na segurança pública, tanto na quantidade de efetivo da Polícia Militar, quanto na questão de armamento e instruções. A obrigatoriedade, apesar de ser do Governo Estadual, nem sempre é atendida.
Todas as cidades de Santa Catarina, inclusive Pomerode, vivem uma situação de precariedade na segurança pública, tanto na quantidade de efetivo da Polícia Militar, quanto na questão de armamento e instruções.
A obrigatoriedade, apesar de ser do Governo Estadual, nem sempre é atendida. Por conta disso, Pomerode busca ampliar parcerias para que algumas questões possam ser resolvidas de forma mais imediata.
Para isso, no ano passado, a proposta de uma contribuição facultativa foi aprovada por lei na Câmara de Vereadores. Deste então, representantes da Acip, CDL de Pomerode, Conseg, OAB e Polícia Militar se reúnem para discutir os detalhes para colocar em prática a ação.
Uma das questões mais importantes a ser frisadas nesta parceria é de que a cobrança não está vinculada a nenhum tipo de imposto e acontece de forma facultativa. “Os boletos já estão em posse dos comerciantes pomerodenses. O pagamento não é obrigatório, não se trata de impostos, não há vínculos com entidades públicas e o valor arrecadado será disponibilizado em uma conta, a qual será administrada por um conselho composto por membros da sociedade civil e Polícia Militar”, afirma Peter Volkmann, presidente da Acip.
Para o comandante da Polícia Militar de Pomerode, Tenente Fábio Verdasca de Lucca, a ação mostra o empenho do empresariado pomerodense em firmar parcerias e apoiar o trabalho da Polícia Militar. “Podemos observar a dedicação do setor empresarial e do Poder Executivo em fazer funcionar essa contribuição facultativa, que trará um grande retorno para a comunidade pomerodense”, ressalta.
O Tenente De Lucca comenta, ainda, as necessidades que o pelotão de Pomerode possui e que, com a boa aceitação do projeto, podem ser sanadas. “Estamos falando da aquisição de materiais que necessitamos e não possuímos verba para aquisição, pois nossos convênios, como o de Trânsito e o de radiopatrulha, apenas atendem questões relacionadas a combustível e manutenção de viaturas”, completa.