Geral

Economia

Por Gerson Schubert

20 de maio de 2010

Partidos ao meio,
onde ficaram os lados?

“Os partidos são, em sua essência mais íntima, organizações voluntariamente criadas e baseadas em livre recrutamento, necessariamente sempre renovado, em oposição a todas as corporações fixamente delimitadas pela lei ou pelo contrato. Seu objetivo é, hoje, sempre a obtenção de votos nas eleições para cargos políticos ou em corporações como voto”.
Max Weber
“Um partido político é qualquer grupo identificado por um rótulo oficial que apresente em eleições, e seja capaz de colocar através de eleições (livres ou não) candidatos a cargos públicos”.
Giovanni Sartori
Esquerda direita, volver!
Os partidos brasileiros podem partir, repartir
e até ter participações públicas.
Depende muito do lado e da ladainha.
Aves, operários, árvores… chamas da
verdade, entre outras novelas.
Da democracia ao comunismo, tanto
republicanos como liberais
Todos aparentemente cristãos e clamando
por desordem e progresso
Um populismo verde, que mobiliza
trabalhadores
Enrubesce empresários e moraliza o
recesso.
Confusão e desilusão não merecem atenção
Pois o verde-amarelo é socializado em meio
ao meio-ambiente
Partidos tem pretensões preponderantes
Afinal, cada um sabe o que quer
Todos têm números distintos
E invejáveis ideologias discrepantes.
Calorosos discursos de moral, ética e
cidadania
Chegam ao púlpito, digo, palanque
Com muito trabalho e votos de confiança
Conquistando bem quistos eleitores e
depois…
Cada cargo público com seu colega político
Após bater os ovos, não se sabe o que é gema ou clara, ainda mais quando se transforma num bolo que você não sabe se está mais para a direita ou para esquerda. Para não discordar dos companheiros diz que ficou meio termo, e para não discordar dos correligionários diz que no centro até que ficou bom.
Nobres leitores desculpem-me pelas palavras mal entendidas, seu significado meio duvidoso ou desconhecido. Talvez excelentíssimos os ajudem se assim o for necessário.

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