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Do erudito ao popular

Quem compareceu ao Teatro Municipal na noite de 10 de dezembro, pode apreciar o que a música tem de melhor: a
arte de encantar. A Associação Cultural Musical Grupo Txai apresentou o resultado de um ano de dedicação de alunos e
professores a familiares, amigos e amantes da arte.

16 de dezembro de 2015

Quem compareceu ao Teatro Municipal na noite de 10 de dezembro, pode apreciar o que a música tem de melhor: a arte de encantar.

A Associação Cultural Musical Grupo Txai apresentou o resultado de um ano de dedicação de alunos e professores a familiares, amigos e amantes da arte.

Para a coordenadora da Associação e regente do grupo, Dalci Valentin, a apresentação é um sonho realizado. “Este evento é a realização de um sonho para mim. Há muito tempo o esperava. Isso porque, há dois anos, a Associação criou o projeto de cordas com crianças que nunca tiveram conhecimento musical. Trabalhamos, educamos e as musicalizamos. Esta foi a primeira vez que o grupo tocou junto com o coral. Contamos também com participações especiais, como o Coro Rega, e poder compartilhar os nossos resultados é muito positivo. Acredito ainda que a música seja uma arte para poucos, pois é preciso dedicação e amor”, revela.

O Grupo Txai nasceu há quase 20 anos através do coro Juvenil criado pela Professora Dalci Valentin e um grupo de alunos entre 12 e 18 anos de idade, como atividade extra-curricular do então Conjunto Educacional Doutor Blumenau.

“O grupo foi constituído há 19 anos e, desde então, trabalha com música popular brasileira, sacra e erudita. Nosso objetivo é promover um repertório diferenciado e cantar para levar essas músicas ao conhecimento do público. O grupo se foca na qualidade e não na quantidade. Quem tiver interesse em participar, realizamos um teste de seleção. No entanto, mais que talento é preciso ter comprometimento”, enaltece Dalci.

O grupo também se prepara para ir à Alemanha em dois anos. “Este é um projeto pessoal de cada um dos participantes. Já estivemos lá uma vez, quando ainda estávamos no Colégio. Agora, com a constituição da Associação, estamos abertos à comunidade. Após alguns projetos, voltamos hoje ao nosso perfil antigo, com adolescentes e adultos, alguns que até já foram coralistas na época escolar”, completa.

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