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Diminui o número de cheques devolvidos no Brasil

É a primeira vez em cinco anos que a quantidade de cheques devolvidos registrou tamanha queda. Segundo dados do Serasa Experian, apenas 1,87% dos cheques emitidos no período de janeiro a junho de 2010 estavam sem fundos. Neste mês de julho o registro continua decrescente, agora com 1,75% do total…

22 de julho de 2010

É a primeira vez em cinco anos que a quantidade de cheques devolvidos registrou tamanha queda. Segundo dados do Serasa Experian, apenas 1,87% dos cheques emitidos no período de janeiro a junho de 2010 estavam sem fundos.
Neste mês de julho o registro continua decrescente, agora com 1,75% do total de cheques emitidos. Os estados do Norte do país aparecem como os mais inadimplentes, somando um percentual de 4,20% do total brasileiro. A região sudeste é a campeã no sentido contrário, já que apenas 1,54% dos cheques foram devolvidos. Santa Catarina está em 4° na lista, mas de baixo para cima. Os catarinenses têm apenas 1,68% devolvidos e só são mais inadimplentes que os estados de São Paulo (1,43%), Rio de Janeiro (1,55%) e Paraná (1,67%).
A queda no volume de cheques sem fundos abriu margem para outra pesquisa. De acordo com o Banco Central, os brasileiros estão abdicando o uso de cheques no cotidiano. Em 2004, o volume era de R$1,967 bilhões passando para R$1,233 bilhões em 2009.
O Banco Central afirma que ao invés dos cheques os brasileiros estão utilizando os cartões de crédito ou débito. Os dados foram confirmados em pesquisa e relatam um valor de R$ 2,309 bilhões de reais em transações efetuadas com cartões de crédito durante 2009, tornando o meio, a principal forma de pagamento no Brasil.
Um dos motivos para aumentar estas estatísticas, segundo dados do BC, é a ampliação da aderência dos equipamentos eletrônicos para efetuar a compra através dos cartões. A curiosidade está no valor das aquisições, que tem média de apenas R$ 92,00 reais.
O relatório do BC ainda cita alguns dados dos cartões de débito. Em 2009, esta forma de pagamento foi utilizada em 2.309 bilhões de transações, quase 300 milhões a mais que no ano anterior (2008), tendo como valor médio dos pagamentos, R$ 53,00 reais.
 

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