Dia Mundial da Alfabetização
O dia 8 de setembro foi declarado em 1967, pela ONU e pela UNESCO, como o Dia Internacional da Alfabetização, com o objetivo de despertar a consciência da comunidade internacional e chegar a um compromisso mundial com relação ao desenvolvimento e à educação. Há, no mundo, cerca de 880 milhões…
O dia 8 de setembro foi declarado em 1967, pela ONU e pela UNESCO, como o Dia Internacional da Alfabetização, com o objetivo de despertar a consciência da comunidade internacional e chegar a um compromisso mundial com relação ao desenvolvimento e à educação.
Há, no mundo, cerca de 880 milhões de adultos que não sabem ler nem escrever. O desenvolvimento econômico, o progresso social e a liberdade dos seres humanos dependem do estabelecimento de um nível básico de alfabetização em todos os países do mundo.
Fala-se em alfabetização básica, quando uma pessoa sabe ler, escrever e conhece as principais regras de cálculo. Segundo a UNESCO, uma pessoa é analfabeta quando não consegue ler ou escrever uma pequena frase sobre sua vida. No entanto, aos números mencionados acima, podemos adicionar as centenas de milhões de “analfabetos funcionais”, pessoas que sabem ler e escrever uma frase simples, mas não vão muito além disso. Por exemplo, não sabem preencher um formulário, interpretar um artigo de jornal ou usar os números no dia-a-dia. Talvez a definição mais correta de alfabetização seja do pedagogo brasileiro Paulo Freire: “A alfabetização é mais, muito mais, que ler e escrever. É a habilidade de ler o mundo, é a habilidade de continuar aprendendo e é a chave da porta do conhecimento”.
Outra realidade
Bem distante de alguns índices sombrios da educação brasileira, está a estrutura de ensino de Pomerode. Desde as séries iniciais há uma grande preocupação com a qualidade e também com o empreendedorismo. Conforme dados atualizados do IBGE, a cidade reduziu seu índice de analfabetismo num período de dez anos, de 1,8% para 1,68% de pessoas analfabetas acima de 15 anos de idade. Os dados foram computados no último Censo do IBGE, realizado em 2010, quando Pomerode ficou em terceiro na colocação no Estado e na 11ª no país entre os municípios com menor índice de analfabetismo. Esses números colocam o município em um cenário de analfabetismo erradicado.
Neste contesto também está Santa Catarina. Dos 293 municípios catarinenses, 243 (82,9%) possuem uma taxa de alfabetização, considerando pessoas com dez anos ou mais, acima da média brasileira. O índice mais baixo é da cidade de Cerro Negro, na região Serrana, com 84,72%.