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Desemprego no Brasil é o menor desde 2002

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgou nesta semana os índices de desemprego no país. Para satisfação do governo, as taxas reduziram consideravelmente, atingindo apenas 5,3% em dezembro. Este número representa o menor índice desde 2002, quando o instituto iniciou a pesquisa. Em 2010, o desemprego médio foi…

3 de fevereiro de 2011

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgou nesta semana os índices de desemprego no país. Para satisfação do governo, as taxas reduziram consideravelmente, atingindo apenas 5,3% em dezembro.
Este número representa o menor índice desde 2002, quando o instituto iniciou a pesquisa. Em 2010, o desemprego médio foi de 6,7%, o menor da série desde 2003 (primeiro ano completo), ante 8,1% em 2009. O índice do IBGE vem renovando a mínima histórica há cinco meses, desde agosto de 2010, quando marcou 6,7%. Em março de 2002, a taxa era de 12,9%.
O número de desocupados em dezembro de 2010 (1,3 milhão de pessoas) teve queda em relação a novembro (-08%) e a dezembro do ano anterior (-21,4%). No ano, os desocupados somaram, em média, 1,6 milhão de pessoas, 15% a menos que em 2009 e 39% a menos que em 2003.
A população ocupada em dezembro de 2010 (22,5 milhões de pessoas) cresceu 2,9% no confronto com mesmo mês do ano anterior. Na média do ano, os ocupados somaram 22 milhões de pessoas, um contingente 3,5% maior que o de 2009 e 18,9% superior a 2003.
O Brasil também registrou um aumento considerável no número de trabalhadores formais, ou seja, com carteira assinada. Considerando a média de 2010, houve um recorde na proporção de trabalhadores com carteira assinada (10,2 milhões de pessoas) em relação ao total de ocupados, chegando a 46,3%.
O rendimento médio real habitual dos trabalhadores, calculado em R$ 1.515,10, teve recuo de 0,7% na comparação mensal e aumentou 5,9% frente a dezembro de 2009. O ano de 2010 apresentou a maior média do rendimento médio mensal habitual (R$ 1.490,61) em sete anos, o que representou um ganho de 3,8% em relação a 2009.
 

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