De um lado para outro, um esporte em crescimento
Considerado um esporte de elite, o Tênis vem ganhando popularidade e muitos adeptos no Brasil, por conta da notoriedade que o esporte ganhou, principalmente após o surgimento de jogadores como Fernando Meligeni e Gustavo Kuerten.
Considerado um esporte de elite, o Tênis vem ganhando popularidade e muitos adeptos no Brasil, por conta da notoriedade que o esporte ganhou, principalmente após o surgimento de jogadores como Fernando Meligeni e Gustavo Kuerten. No dia 09 de junho, comemorou-se o Dia do Tenista. Existem muitas teorias para justificar a origem da modalidade, algumas estimam que ele tenha surgido de origens gregas, romanas ou até mesmo egípcias, pois os registros de práticas esportivas que utilizam a bola são tão antigos quanto as primeiras civilizações. A grande maioria dos estudiosos concorda que as bases reais do esporte podem ser francesas, com o surgimento do jeu de paume (jogo da palma), no final do século XII e início do XIII.
Esta versão originária do tênis ganhou fama entre a aristocracia britânica, aproximadamente 100 anos depois de sua difusão. No entanto, somente no século XIX ganhou regras próprias, sendo patenteado pelo major inglês Walter Wingfield, que o fez da maneira que é jogado atualmente. Em 1968, o tênis tornou-se um esporte profissional.
Em Pomerode, algumas pessoas também já se renderam ao charme deste esporte. Segundo Carlo Wachholz, professor e instrutor de Tênis no Colégio Doutor, existem cerca de 40 praticantes em nosso município. Faz 19 anos que o tênis entrou na minha vida, por meio do professor Carlos Almeida. Hoje, sou eu quem ensina as pessoas, há 12 anos. Sinto que há um crescimento na modalidade na cidade, graças, principalmente a Larissa Goede, que foi uma das precursoras do tênis, participando e vencendo muitas competições, diz.
Um dos praticantes deste esporte é Juliano Bernadino. Manuseando raquetes e bolinhas há quatro anos, o empresário diz que tomou gosto pelo esporte por ele ser muito dinâmico. Além disso, é uma modalidade na qual o sucesso depende apenas do praticante, o que não acontece nos esportes coletivos, onde muitos contribuem para a vitória ou a derrota. Por isso mesmo, sou fascinado, pois além de proporcionar um bom condicionamento físico, o Tênis trabalha muito com o psicológico, pois é preciso saber estudar o adversário e os seus pontos fracos. Em minha opinião, é 50% físico e 50% cabeça, ressalta.
Juliano reforça que é fã incondicional e acompanha os grandes torneios, inclusive, gravando as partidas para poder absorver ainda mais conhecimento. Os torneios de Grand Slam são fascinantes. As partidas, muito técnicas, agregam muito conhecimento, por isso, procuro analisar todos os detalhes e, com isso, aprimorar as minhas jogadas, diz, acrescentando que o seu maior ídolo no esporte é Novak Djokovic. Rafael Nadal é uma lenda no esporte, mas o ‘Djoko é mais técnico. Por isso, a minha admiração pela sua pessoa.
Juliano, assim como muitos que praticam esse esporte, utiliza o Tênis como forma de se desligar do mundo atribulado. O esporte me faz desestressar, por isso, vir até a quadra e ‘bater a minha bolinha é algo muito prazeroso, que não pretendo largar tão cedo. Fico feliz que ele venha ganhando cada vez mais espaço entre a população, finaliza.