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O Tribunal Regional Eleitoral de Santa Catarina lançou nesta, semana o volume 19 da revista Resenha Eleitoral, que, a partir de agora, passa a ser veiculada exclusivamente em formato eletrônico.

23 de janeiro de 2012

Resenha Eleitoral
O Tribunal Regional Eleitoral de Santa Catarina lançou nesta, semana o volume 19 da revista Resenha Eleitoral, que, a partir de agora, passa a ser veiculada exclusivamente em formato eletrônico. Editada ininterruptamente há 17 anos, a publicação reúne artigos doutrinários, jurisprudência, notícias e outros temas de interesse da Justiça Eleitoral. A revista pode ser acessada no formato FlippingBook e em arquivo PDF para download através do menu “Catálogo de publicações” do site do Tribunal e mantém a mesma estrutura da edição impressa.
A mudança no formato foi realizada para adequar a revista à tecnologia disponível no mercado e promover ações para preservar os recursos naturais e o impacto ambiental das atividades da Justiça Eleitoral, além de tornar a publicação mais atualizada e atrativa ao leitor. “Nós teremos uma publicação mais dinâmica e atualizada e, consequentemente, mais pessoas interessadas nos artigos nela publicados”, ressalta a coordenadora de Gestão da Informação do TRESC, Ilenia Schaeffer Sell.
A nova Resenha Eleitoral terá ao menos duas edições anuais e a publicação em formato impresso acontecerá excepcionalmente para veiculação de resultados das eleições no estado.

52% da classe C se preocupa em estar na moda
Conforme matéria veiculada no site do Terra, a classe C foi a faixa responsável pelos maiores gastos com roupas em 2011, segundo o instituto Data Popular. De acordo com informações divulgadas nesta quarta-feira, a classe C gastou R$ 35,3 bilhões no ano passado, o que representa 48,4% dos gastos com roupa no País – superando as classes A, B, D e E. Segundo o instituto, a preocupação com a moda aparece em mais da metade dos brasileiros de cada classe social. No caso da classe C, 52,1% se preocupam em estar na moda.
“Ao contrário da elite, a classe C tem um pensamento funcional quanto à moda”, diz a entidade. “Além de estar vinculada com autoestima e bem estar, está atrelada às perspectivas de vida, e principalmente, profissionais. Essa mulher pensa que, para alcançar melhores postos no mercado de trabalho, precisa estar bem apresentável”, afirmou o instituto em nota.
Na hora de comprar, a nova classe média dá preferência aos shoppings que às lojas de ruas, que continuam sendo as preferidas das classes D e E. A pesquisa também aponta que seis em cada dez pessoas da classe C gostam de usar roupas de marca.
Em nove anos, os brasileiros ampliaram os gastos com a compra de roupas, diz o Data Popular. Se descontada a inflação do período (de 2002 a 2011), houve aumento de cerca de 68,4% nas compras. Em 2011, esse mercado movimentou R$ 72,9 bilhões. Desse total, R$ 35,3 bilhões foram de gastos da Classe C (48,4%), R$ 24,5 bilhões das classes A e B (33,6%) e R$ 13,1 bilhões das classes D e E (18%). A pesquisa foi feita com 18.365 entrevistados em 251 cidades de 26 Estados.

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