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Correios de Pomerode não aderem à greve que paralisa serviço de entregas no país

Diferente de algumas agências e centros de distribuição dos Correios em Santa Catarina, Pomerode não aderiu à greve da categoria, que teve início na quarta-feira, 14/09. Conforme a gerente da agência, Rosânia Casagranda Ludwig, o funcionamento está normal na cidade e não há intenção dos profissionais daqui aderirem ao movimento…

16 de setembro de 2011

Diferente de algumas agências e centros de distribuição dos Correios em Santa Catarina, Pomerode não aderiu à greve da categoria, que teve início na quarta-feira, 14/09.
Conforme a gerente da agência, Rosânia Casagranda Ludwig, o funcionamento está normal na cidade e não há intenção dos profissionais daqui aderirem ao movimento grevista.
Porém, a gerente de Pomerode avisa que pode haver atrasos nas entregas de correspondências. Isso porque na central de distribuição em Blumenau houve carteiros que aderiram à greve. “Tentaremos dar prioridade na entrega do Sedex 10, mas as correspondências simples podem sofrer algum impacto por causa da paralisação”, explicou Rosânia.
Segundo o Sindicato dos Trabalhadores na Empresa de Correios e Telégrafos e Similares de Santa Catarina (Sintect-SC), dos quatro mil funcionários catarinenses, 1,6 mil aderiram ao movimento no primeiro dia de paralisação.
A categoria pede reajuste de 24% referente a perdas históricas mais 6,87% referentes à inflação. Além disso, os grevistas reivindicam aumento do vale-refeição e contratação de mais funcionários, e lutam contra a aprovação da MP 532, que privatiza os Correios.
Até o fechamento desta edição, a greve seguia sem alterações e por tempo indeterminado.
Em nível nacional, a empresa divulgou que a adesão é de 32%, o que ocasionou a suspensão de 17% das entregas diárias, ou seja, 5,3 milhões de objetos.

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