Geral

Contra-Ataque

Por Bob Gonçalves

21 de outubro de 2010

Braço de ferro
O Vôlei Futuro, da cidade de Araçatuba, vem fazendo boa campanha no Campeonato Paulista Feminino. No último sábado, as meninas comandadas por William Carvalho, venceram a atual campeã da Superliga, Sollys/Osasco, por 3 a 0. E quem está contribuindo para o sucesso da equipe é Tandara, ex-jogadora de Pomerode.

A oposto mostra, a cada dia, que tem totais condições de integrar a Seleção Brasileira num futuro próximo. Fica aqui a nossa torcida, com uma pontinha de saudades…

 

Água ou frango?
Quem não se lembra do caso da ?água batizada? oferecida a Branco, durante a partida Brasil e Argentina, em 1990? Pois é, parece que a prática voltou com tudo. No último domingo, num jogo da segunda divisão peruana, o time do Acosvinchos acusa adversários do Sport Áncash de oferecer a seus jogadores uma ?água estranha?.

A denúncia foi feita pelo diretor Américo Ibánez, após ver quatro de seus atletas desmaiarem em campo e serem encaminhados a um hospital próximo, com sintomas de tontura e náusea. Por outro lado, o presidente do Sport Áncash, Pepe Mallqui, diz que o mal estar aconteceu devido a alimentos ingeridos pelos atletas antes da partida: frango grelhado com temperos fortes. Vai saber…

 Assista o vídeo:
http://terratv.terra.com.br/esportes/4005-327599/atletas-desmaiam-em-campo-apos-tomarem-agua-batizada-.htm

 

Metade
Para quem não sabe, aquele Santos do primeiro semestre sucumbiu às saídas de Robinho e André, à contusão de Ganso e à birra de Neymar. Um exemplo bastante contundente é a média de gols da equipe, que caiu pela metade. Antes da Copa do Mundo, o time balançou as redes 124 vezes, em 40 partidas disputadas, numa média de 3,1 por jogo. No entanto, o desempenho não continuou após o Mundial e o clube praiano viu sua média de gols despencar para 1,5 por jogo.

Caso a equipe tivesse mantido o aproveitamento do início do ano, este time entraria para a história do clube como um dos dez maiores ataques de todos os tempos na Vila Belmiro. Realmente, os ?meninos? fazem falta.

 

Lance inusitado
Essa, eu confesso, não me lembro de ter visto algum dia. Aos cinco minutos de segundo tempo, a partida entre Ponte Preta e Bragantino, pelo Brasileirão da Série B, precisou ser interrompida devido a um problema de lesão. Quem se machucou, no entanto, não foi um jogador, mas o árbitro Cléber Wellington Abade, que não teve condições de continuar atuando.

Abade deixou o campo de jogo aos prantos, devido a fortes dores na panturrilha. José Henrique de Carvalho, o quarto árbitro, assumiu o apito e comandou a partida até o final. Em casos como esses, fica a pergunta: mera fatalidade ou despreparo???

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