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Contra-Ataque

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13 de setembro de 2008


Hamburgo lança cemitério para a torcida


É isso, mesmo. O Hamburgo, time Alemão defendido pelo meia Thiago Neves, ex-Fluminense, lança uma novidade para seus torcedores. Seguindo o exemplo do Boca Juniors, resolveu o problema dos torcedores fanáticos que juram torcer pelo time até depois da morte: o novo clube de Thiago Neves inaugurou um cemitério ao lado do estádio As sepulturas têm o escudo da equipe e os torcedores podem ser enterrados ao som do hino do Hamburgo, segundo o jornal “Bild” da Alemanha. A construção do cemitério custou ? 50 mil (R$ 123 mil), sendo que a torcida doou ? 20 mil (R$ 49 mil) para ajudar na obra. O primeiro fã a garantir seu enterro no local é Horst Everstein, de 79 anos. Ele é diretor do Hamburgo e trabalha no clube há 53 anos. Segundo o diretor do Hamburgo, apesar do Boca Juniors ter sido pioneiro na idéia, o cemitério do Hamburgo leva vantagem. Argumenta Christian Reichert, que o cemitério do Boca fica longe do estádio. Na entrada do cemitério do clube, existe uma enorme bandeira do Hamburgo. Ainda contam com grandes chuteiras de grama que enfeitam o local. A iniciativa é bastante interessante, deveriam os clubes lançar aqui no Brasil. O Santos, que vive uma fase negra, deveria ser o pioneiro aqui no Brasil. Seria uma boa para a torcida santista, que tendo algum problema cardíaco em função da péssima fase do time, poderia exigir bonificações de custo no dia de seu enterro. Alegando como culpa, a péssima qualidade de seu time. O problema que se isso fosse levado a sério, teriam mais cemitérios de clubes do que os tradicionais.



Eurico vira professor em Universidade


Eurico Miranda, ex-presidente do Vasco, agora dá aula na pós-graduação em Direito Desportivo na UniverCidade, do Rio de Janeiro. Será que o Eurico Miranda irá ensinar aos seus alunos os métodos mais obscuros e intransparentes pelo qual ficou marcado? Que exemplo poderá passar para seus alunos? Fica essa a dúvida, embora confesso que teria muito interesse de participar em uma de suas aulas. Afinal, apesar de toda sua obscuridade mórbida, sem dúvida alguma é um profissional absolutamente inteligente e criativo. Em toda sua carreira, não me lembro de uma causa sequer, em que não saiu vencedor. Na última, algo triunfal, no caso Leandro Amaral e Fluminense. Leandro Amaral chegou a atuar pelo Fluminense e acabou voltando com os rabinhos entre as pernas em São Januário.



Jogador faz gol, dá pirueta, quebra a perna e gol é anulado


Aconteceu essa semana nos Estados Unidos. O jogador argentino Fabian Espíndola, aos cinco minutos do primeiro tempo, tocou de cabeça e abriu o placar para o Real Salt Lake sobre os Los Angeles Galaxy. Na sequência, ao invés de fazer a comemoração de gol enjoativa do Robinho, chupando o polegar, Fabian quis mais. Correu mais rápido que o nadador Phelps desfila suas braçadas nas piscinas olímpicas americanas. E, em um breve momento, se inspirou na Daiane dos Santos e emitiu um duplo twist carpado. Resultado, quebrou a perna, ficará dois meses afastados e de quebra, seu gol foi anulado. Estava impedido. É mole?

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