Coluna do Mani

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Fábrica de maionese em GasparGaspar inaugurou sua nova fábrica de maionese da multinacional Bunge Brasil. Para a construção da nova fábrica, a empresa investiu R$ 32,4 milhões. A nova unidade gerará 100 empregos diretos e cerca de 300 indiretos. A capacidade de produção está prevista para 42 mil toneladas de…

1 de junho de 2015

Fábrica de maionese em Gaspar
Gaspar inaugurou sua nova fábrica de maionese da multinacional Bunge Brasil. Para a construção da nova fábrica, a empresa investiu R$ 32,4 milhões. A nova unidade gerará 100 empregos diretos e cerca de 300 indiretos. A capacidade de produção está prevista para 42 mil toneladas de maionese por ano. No local serão produzidas as maioneses das marcas Salada, Primor e Soya. A nova unidade fica ao lado da planta que produz margarina e óleos e que opera há vários anos em Gaspar.

Igualitário
Agora em se tratando de jornal impresso a Justiça Eleitoral exige que matérias tenham que ter o mesmo espaço para todos, indiferente de sua proporcionalidade na Câmara Federal. Se tiver que ser igual para todos, que no horário político eleitoral gratuito (apenas para os candidatos, porque quem paga a isenção de impostos somos nós, sendo que no Brasil poderá chegar há mais de R$ 600 milhões) isso não valha.

Horário eleitoral
Iniciou no dia 21 o horário eleitoral gratuito (para os candidatos) em nossas rádios de Pomerode. Um dia dos vereadores e outro destinado aos candidatos a prefeito. As musiquinhas são bem criativas e vale a pena escutar para ter uma noção das propostas apresentadas.

Horário eleitoral I
Para vereadores alguns candidatos têm apenas poucos segundos e raras exibições, enquanto outros têm mais de dois minutos. Isso faz parte das nossas regras eleitorais absurdas, que sempre prestigiam os partidos e não os candidatos. Queremos reforma eleitoral urgente.

Revisão
Conversando com alguns engenheiros, arquitetos e empresários da construção civil, tive conhecimento que os mesmos devem pedir no próximo ano uma revisão do Plano Diretor no que diz respeitos as alturas dos prédios em Pomerode. O questionamento é devido à proibição de construção em certas áreas de Pomerode. Nos morros não pode e nas baixadas pega água, portanto sobram poucas alternativas e, consequentemente, elevando absurdamente os preços dos imóveis. Concordo plenamente. Timbó tem edifícios enormes e a cidade continua linda.

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