Coluna do Mani

Coluna do Mani

FiscalizaçãoFiz uma viagem até o Uruguai e me deparei com uma cena bem interessante: o Exército Brasileiro fazendo a fiscalização na fronteira. Foram três barreiras feitas pelos militares e todos os carros e caminhões foram parados. Questionei o porque disso e o militar me respondeu que estavam a procura de…

1 de junho de 2015

Fiscalização
Fiz uma viagem até o Uruguai e me deparei com uma cena bem interessante: o Exército Brasileiro fazendo a fiscalização na fronteira. Foram três barreiras feitas pelos militares e todos os carros e caminhões foram parados. Questionei o porque disso e o militar me respondeu que estavam a procura de drogas e armas. É isso que esperamos do nosso exército, e que fiquem não apenas enclausurados nos mais diversos quartéis espalhados por todo país. Se mais fiscalizações dessas fossem feitas em toda nossa fronteira com certeza reduziria substancialmente a criminalidade no Brasil.

Presidência
O deputado federal João Pizzolatti assumiu a presidência do PP Catarinense no lugar do deputado estadual Joarez Ponticelli que pediu licença. Pizzolatti irá permanecer no cargo até a convenção do partido que foi adiada recentemente. A indicação é que Pizzolatti deverá ser o próximo presidente efetivo do partido com decisão efetiva nos rumos da política catarinense.

BR 101
Novamente no domingo imensas filas se formaram no trecho de Porto Belo até Itajaí. Pequenas obras e acidentes são constantes e não existe uma rota alternativa para evitar ou amenizar esses transtornos que alongam qualquer viagem em até duas horas. Está terrível! Só quero ver como vai ser na alta temporada de verão. Vamos nos preparar.

Protesto
Os estudantes do curso de Medicina das Universidades Federais estão fazendo uma manifestação sobre a decisão do governo em autorizar médicos de outros países a atuarem no Brasil, alegando da possível falta de conhecimento dos colegas estrangeiros. Posso até concordar em partes. Vejamos, é notório a falta de profissionais nas pequenas cidades do nosso imenso país, enquanto nos grandes centros se acumulam clínicas sofisticadas com as mais diversas especialidades. Portanto, esses médicos estrangeiros poderiam suprir a demanda do interior. Outra coisa que refleti e que deveria exigir dos profissionais que se formam com dinheiro público que ao menos três a cinco anos deveriam prestar serviços públicos, em lugares que o próprio governo determinasse. Não seria de graça, até porque um médico em qualquer cidadezinha do Brasil ganha muito mais que R$ 10 mil, por mês. Seria o retorno do investimento feito no profissional e até para que ele conheça o verdadeiro significado do juramento que presta ao sair da universidade.

Notícias relacionadas