Coluna do Mani

Coluna do Mani – 02/06

Schornstein Festival, que aconteceria dia 09 de junho, é adiado  Em virtude dos reflexos da paralisação dos caminheiros, que devem se prolongar pelas próximas semanas, a organização do Schornstein Festival decidiu adiar o evento, que aconteceria no dia 09, para o dia 30 de junho. O objetivo da transferência é…

4 de junho de 2018

Schornstein Festival, que aconteceria dia 09 de junho, é adiado 

Em virtude dos reflexos da paralisação dos caminheiros, que devem se prolongar pelas próximas semanas, a organização do Schornstein Festival decidiu adiar o evento, que aconteceria no dia 09, para o dia 30 de junho.

O objetivo da transferência é possibilitar que fornecedores, equipe e visitantes possam aproveitar com mais tranquilidade a estrutura do festival que, pelo terceiro ano, vai fechar a Rua Hermann Weege por um dia. 

Contamos com a compreensão de todos e esperamos um Schornstein Festival ainda melhor na nova data. 

(Foto: Divulgação)

Posicionamento Governo do Estado

Santa Catarina sempre venceu as dificuldades através da união de seu povo. Nenhum desastre natural ou tragédia nos deixou derrotados. Saímos de todos eles mais fortes e unidos.  

Agora, mais uma vez, somos colocados frente a frente com um desafio. E, a exemplo do que já fizemos, de novo será a união do povo catarinense que vai fazer com que os obstáculos sejam superados. 

Reconhecemos como legitima a manifestação dos caminhoneiros, trabalhadores responsáveis pelo transporte de tudo o que mantém a sociedade em funcionamento.  São eles que transportam nosso alimento, a água, nossos medicamentos, o combustível que abastece nossos carros e que faz toda a nossa economia andar. 

Todos nós brasileiros pagamos a conta de uma política de preços do combustível equivocada e contrária às necessidades da população. O litro do combustível varia da noite para o dia. O trabalhador não sabe quanto vai gastar no mês para abastecer seu carro, seu caminhão, seu meio de transporte. 

Mas Santa Catarina faz a sua parte. Temos o menor imposto sobre o combustível. Trabalhamos para não aumentar tributos e estamos reduzindo gastos públicos. Priorizamos o desenvolvimento e o reconhecimento à força do trabalhador catarinense. 

Hoje, domingo, quando a greve chega ao seu 7º dia, nossas famílias já sofrem os impactos da paralisação que tomou conta do Brasil. Não desejamos que estes problemas se ampliem. Por isso, o bom senso precisa prevalecer para que os serviços básicos, necessários para o bem estar da população, não parem. 

Neste momento difícil, a palavra de ordem é união. Os nossos representantes estão dialogando com os grevistas, o que até agora tem permitido que os insumos básicos passem pelas barreiras, nos pontos de bloqueio. Mais de 90% das escolas serão mantidas abertas. Delegacias não fecham. Policiamento funciona dentro da normalidade. O estoque de medicamentos está garantido. Os hospitais operando. Cirurgias eletivas serão remanejadas. Nossa água está sendo tratada. 

Mas os catarinenses precisam de combustível. Quando falta combustível, falta trabalho, falta emprego, falta salário. Nossas famílias são todas atingidas. Por isso, precisamos da sensibilidade e apoio de todos. Unidos, venceremos mais este desafio. E mais uma vez seremos reconhecidos pela nossa capacidade de superação. A responsabilidade é de todos nós.

 

Eduardo Pinho Moreira
Governador do Estado de Santa Catarina

Empresas afetadas

69% das empresas catarinenses afirmam terem sido muito afetadas pela greve dos caminhoneiros. 

Segundo a pesquisa divulgada pela Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina (Fiesc), 905 companhias do estado foram consultadas. 

De acordo com a matéria divulgada pelo portal G1, a região serrana foi a mais atingida pelas paralisações. Conforme o levantamento, 41,03% das empresas do local afirmaram terem sido afetadas. A maioria relatou prejuízo de 10% do faturamento mensal. 

Ainda segundo o portal, os setores mais atingidos foram a Agroindústria, onde 36,84% das empresas tiveram as atividades paralisadas; Cerâmica, com 30,77% das empresas com as atividades paralisadas; Indústrias emergentes, somando 30% das empresas com atividades paralisadas;

Produtos químicos e plásticos, onde 28,33% das empresas tiveram as atividades paralisadas; Celulose e papel, cujos 27,78% das empresas tiveram as atividades paralisadas; e Construção civil, com 25% das empresas  paralisando suas atividades. 

Preços abusivos

Um verdadeiro absurdo é a atitude de determinados estabelecimentos, ao aumentar os preços de seus produtos devido à situação em que nos encontramos no momento. 
O Procon de Santa Catarina contabilizou 99 denúncias por preços abusivos. 

Destas reclamações, em sua maioria feitas pelo telefone 151, 77 foram de combustível, 13 de supermercados, seis de gás de cozinha (Gás Liquefeito do Petróleo – GLP) e três de outros produtos ou serviços.

Michel da Silva, diretor do Procon de Santa Catarina, informou que o órgão está apurando as denúncias. “Orientamos os consumidores que fiquem atentos, comparem os preços praticados pelos estabelecimentos e denunciem. No caso dos combustíveis, é importante ainda verificar se o valor divulgado é o mesmo que está sendo praticado na bomba”, explicou.

Se você verificou preços abusivos em algum estabelecimento, denuncie! 

Você pode ligar para o telefone 151 do Procon estadual, pelo site www.procon.sc.gov.br ou, ainda, em um dos 95 Procons municipais. O Procon estadual está  localizado na Rua Victor Meirelles, nº 53, Centro, Florianópolis, e atende todos os cidadãos de qualquer cidade do Estado. Os Procons municipais atendem apenas moradores da cidade. 

 

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