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Chuva alaga rua em Testo Central

A chuva que banhou Pomerode na noite da última sexta-feira, 1º de agosto, não durou muito tempo, mas foi suficiente para causar estragos aos moradores da Rua Rodolfo Rusch, em Testo Central. Segundo relatos, em dias de pancadas de chuva mais fortes, a água chega a pelo menos 30 centímetros de altura em dois terrenos e 70 centímetros na frente da casa.

1 de junho de 2015

A chuva que banhou Pomerode na noite da última sexta-feira, 1º de agosto, não durou muito tempo, mas foi suficiente para causar estragos aos moradores da Rua Rodolfo Rusch, em Testo Central. Segundo relatos, em dias de pancadas de chuva mais fortes, a água chega a pelo menos 30 centímetros de altura em dois terrenos e 70 centímetros na frente da casa. O morador Aquilino José dos Santos, de 33 anos, que vive na região há 18 anos já cansou de presenciar a cena. No verão isso fica impossível, basta uma pancada de chuva para alagar tudo. Não dá para passar com carros, nem levar as crianças para a escola. Para passar por ali precisamos pedir permissão e entrar no terreno de um vizinho, queixa-se o morador. Ainda de acordo com ele, a tubulação instalada na região tem apenas 20 milímetros, o que não é suficiente para suprir as demandas das quase 20 casas ali estabelecidas.

Em contato com a prefeitura, o Secretário de Planejamento e Desenvolvimento da Cidade (Seplan), Mauricio Eduardo Gorigoitía Vega, afirmou que este é um caso que não compete ao município por se tratar de um Termo de Compromisso com base na lei número 1088/92, firmado com os proprietários do loteamento. O Secretário explica que é de responsabilidade deste proprietário a instalação da tubulação naquele trecho e que os 15 lotes que integram-no não poderiam ter sido vendidos até que as obras estivessem concluídas. E, nessas situações, quando o lote vendido, a responsabilidade é repassada ao comprador. Mauricio conta que em Pomerode existem 71 Termos de Compromisso firmados e que destes, em torno de 50 já foram cumpridos. Os moradores receberão uma notificação e uma vistoria será agendada, caso não seja providenciado um certificado de conclusão, uma ação extra judicial será movida.

 

Sobre o caso, o morador Aquilino afirma não ter nenhum conhecimento. Ele explica ainda que paga IPTU e que serviços do Samae e Celesc funcionam na região. Não existe isso de morador fazer obra pública. Isso é incoerente, se os lotes não podiam ter sido vendidos por que pagamos impostos então? Estamos em dia com nossas obrigações. Um dos nossos vizinhos tem uma empresa e o esgoto aqui é a céu aberto. Ele tentou fazer uma obra para fechá-lo, mas não pôde porque a prefeitura não permitiu, finaliza Aquilino.

 

 

 

 

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