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Campanha de vacinação supera expectativa

Vacinação dos grupos prioritários superou a expectativa do Ministério da Saúde para o estado de Santa Catarina

26 de maio de 2016

A Campanha de vacinação de Santa Catarina teve início no dia 25 de abril, uma semana antes em relação ao calendário nacional, e terminou nesta sexta-feira, 20 de maio. Conforme boletim preliminar divulgado pela Diretoria de Vigilância Epidemiológica da Secretaria de Estado da Saúde, 1.629.455 pessoas foram vacinadas, superando a expectativa. O balanço final da campanha será divulgado no dia 13 de junho, pois os municípios têm até o dia 10 para atualizarem o sistema.

Entre os grupos prioritários, em que se acompanha a cobertura vacinal (crianças entre seis meses e cinco anos de idade, trabalhadores de saúde, gestantes, mulheres até 45 dias após o parto, indígenas e idosos), foram aplicadas 1.119.675 doses, o que equivale a uma cobertura de 88,3%, ultrapassando a meta do Ministério da Saúde de 80%. Outras 414.491 doses foram aplicadas em indivíduos portadores de doenças crônicas ou com condições clínicas especiais. Como a estimativa é que existam 461.739 pessoas com comorbidades que devem ser imunizadas, já foram vacinadas 89,8% das pessoas pertencentes a este grupo.

Os que mais se vacinaram, dentro dos grupos prioritários, foram as puérperas, 97,7%, e os idosos, 96,1% conforme os registros realizados pelos municípios no Sistema de Informações do Programa Nacional de Imunizações do Ministério da Saúde até o dia 20 de maio. Os que menos buscaram a vacinação foram as gestantes (64,6%). Entre as crianças, a cobertura vacinal foi de 79,2%, e entre os trabalhadores de saúde, foi de 89,24%. Para os indígenas, equipes específicas realizaram a vacinação nas aldeias.

O objetivo da campanha é reduzir as complicações, as internações e a mortalidade decorrente das infecções pelo vírus da influenza na população alvo para a vacinação. Estudos demonstram que, em populações não vacinadas, a maioria das mortes por influenza é registrada em idosos e em crianças menores de cinco anos. Em adultos, a maioria das complicações e mortes ocorre em pessoas portadoras de doenças crônicas. As gestantes e as puérperas também apresentam risco elevado para apresentarem complicações graves associadas à influenza.

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