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Automóveis livres da carga tributária

Dados confirmam que a carga tributária brasileira cresceu significativamente em 2010, atingindo 35,04% do PIB, conforme anunciou o Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário – IBPT, no dia 24/02. O aumento da arrecadação foi de 5 pontos percentuais, uma vez que há dez anos a carga tributária total era de 30,03%….

3 de março de 2011

Dados confirmam que a carga tributária brasileira cresceu significativamente em 2010, atingindo 35,04% do PIB, conforme anunciou o Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário – IBPT, no dia 24/02. O aumento da arrecadação foi de 5 pontos percentuais, uma vez que há dez anos a carga tributária total era de 30,03%.
Um dos setores que ficou ileso desse aumento foi o automobilístico, e para melhorar ainda a situação, os impostos ainda baixaram. O carro com motor 1.0, que representa metade das vendas no País, teve um aumento de 0,9 ponto percentual de 1997 a 2010, contra os 5% do aumento total. Já os demais segmentos: carros de 1.0 a 2.0 e o de luxo, tiveram carga tributária reduzida, conforme explicou a Anfavea, Associação dos Fabricantes de Veículos Automotores.
Em 1997, o carro 1.0 pagava 26,2% de impostos, o carro com motor até 100hp recolhia 34,8% (gasolina) e 32,5% (álcool). Para motores mais potentes o imposto era de 36,9% para gasolina e 34,8% a álcool. Hoje – com os critérios alterados – o carro 1.0 recolhe 27,1%, a faixa de 1.0 a 2.0 paga 30,4% para motora gasolina e 29,2% para motor álcool. E na faixa superior, acima de 2.0, o imposto é de 36,4% para carro a gasolina e 33,8% a álcool.

Usados seguem em queda
Os preços dos carros usados também começaram 2011 em baixa, tendência anunciada já desde a crise econômica de 2008. Em 2009 os usados tiveram uma queda de 6,5% no preço, e em 2010 a redução passou dos 5%.
Apenas cinco marcas apresentaram aumento de preço no primeiro mês do ano, entre elas as três grandes. Os usados da Chevrolet subiram 0,67%, os da Volkswagen 0,24% e os da Fiat 0,15%. Os usados da Mitsubishi tiveram alta da 0,67% e os da Peugeot 0,20%
 

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