Geral

Artigo

Uma pesquisa rápida na internet conceituou o seguinte sobre a palavra personalidade: ‘Personalidade é o conjunto de características psicológicas que determinam os padrões de pensar, sentir e agir, ou seja, a individualidade pessoal e social de alguém.

1 de junho de 2015

Personalidade, uma organização interna e dinâmica
Uma pesquisa rápida na internet conceituou o seguinte sobre a palavra personalidade: ‘Personalidade é o conjunto de características psicológicas que determinam os padrões de pensar, sentir e agir, ou seja, a individualidade pessoal e social de alguém. A formação da personalidade é processo gradual, complexo e único a cada indivíduo. O termo é usado em linguagem comum com o sentido de “conjunto das características marcantes de uma pessoa”, de forma que se pode dizer que uma pessoa “não tem personalidade”; esse uso, no entanto, leva em conta um conceito do senso comum e não o conceito científico’.
Pessoas precisam ter personalidade própria. Isso é o mínimo. Até os animais os tem. Pessoas, é claro, são passíveis de oscilação de humor, em dias instáveis. De dias tristes diante de uma perda; de dias felicíssimos diante de uma conquista. Mas jamais podem perder a personalidade. Quando se trata de personalidade, fala-se da maneira de ser, de agir, de falar, de ser. Na essência e na presença.
Perder o “eu”, em função de copiar as pessoas, querer ser melhor que as outras ou mesmo apenas por falta de opinião própria, é algo temeroso. E, além disso, desonroso para o corpo e para a alma. Não ter personalidade é triste. Há quem diga que “falem bem, falem mal, mas falem de mim”, ou ainda: “ser copiado é bom, sinal de que se é referência”. Há, no fundo dos pensamentos, um ponto de veracidade. Porém, não há necessidade qualquer das pessoas quererem se sobressair às outras. Não há necessidade nem justificativa para tal ato.
Talvez as pessoas, em sua grande maioria, não se incomodem em ser copiadas, muitas tantas talvez nem o percebam.
O fato é que quem “se torna referência”, no sentido negativo da palavra, não pode se deixar levar pela onda ruim que a situação se transforma.
A genuinidade do ser pode oferecer novas e boas oportunidades de crescer, de seguir em frente. Já o estereótipo, apenas o que se vê, pode quebrar relações.
Cada pessoa é o que é, dentro de suas características, de suas circunstâncias e de suas possibilidades; desejar ser quem não se é, não leva ninguém a caminho algum a não ser o da decadência pessoal.
Precisar copiar as pessoas, ser igual, ter as mesmas opiniões, as mesmas atitudes, as mesmas ações e até os mesmos gostos e ideias. Ser assim demonstra falta de autoconfiança, de amor próprio e de idoneidade de caráter.
Autoafirmação é bom. E mais, é dom. Ter autonomia no que se pensa, no que se diz e no que se faz, não tem preço. É sensação de liberdade.
Apesar disso tudo, não se pode confundir falta de personalidade e falta de opinião, com os questionamentos que se faz, até mesmo sobre pedir novos conceitos sobre determinados assuntos ou fatos.
A situação se diferencia em número, gênero e grau, ainda mais que buscar outros olhares é sinal de mente aberta, de personalidade firmada e confiança em si.
por Francielle Furtado
(Jornalista JP)

Notícias relacionadas