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No Governo do Estado, desenvolvi a política poli-portuária, ou seja: a viabilização de vários Portos. Dentro dessa diretriz, concedi incentivos financeiros e tributários à construção dos modernos terminais da Babitonga, de Navegantes e Itapoá; intervi na modernização de Imbituba, e participei, com o Governo Federal, nas reformas modernizadoras que foram feitas em Itajaí e São Francisco do Sul.

1 de junho de 2015

A logística dos portos
No Governo do Estado, desenvolvi a política poli-portuária, ou seja: a viabilização de vários Portos. Dentro dessa diretriz, concedi incentivos financeiros e tributários à construção dos modernos terminais da Babitonga, de Navegantes e Itapoá; intervi na modernização de Imbituba, e participei, com o Governo Federal, nas reformas modernizadoras que foram feitas em Itajaí e São Francisco do Sul.
Esse requisito é muito importante, porque são cada vez maiores os navios que vem sendo fabricados, para disporem de maior volume de carga. Isso tem relação direta com a redução do custo do frete, principalmente nas exportações e importações para o Oriente e outras regiões mais distantes.
Quando o Senado aprovou, contra os nossos votos (Casildo Maldaner, Paulo Bauer e eu) o Projeto de Resolução número 72, igualando em 4% a alíquiota do ICMS nas transferências interestaduais de produtos importados, achamos que isso iria conduzir a uma concentração, ainda mais brutal, no Porto de Santos.
O tempo demonstrou que as reais causas do fraco desempenho da indústria nacional são outras: elevada carga fiscal; alta burocracia; juros ainda muito altos; corredores de transporte; ciclotimia do câmbio e baixo inventimento na infraestrutura e na inovação.
Pois, em termos de movimentação, outros fatores acabam anulando a vantagem fiscal de que desfrutará, a partir de 1º de Janeiro de 2013, o Estado de São Paulo, cujos reflexos já se fizeram sentir neste ano.
É verdade que temos portos de modernidade avançada, mas carecemos, ainda, de corredores de transporte eficientes, como a duplicação das BRs 280 e 470, que o Governo da Presidente Dilma Roussef está por licitar, e a duplicação da BR-282, ainda distante de acontecer.
A exportações e importações triplicaram, nos oito anos do meu Governo. E vão continuar crescendo. Precisamos desses seis atuais e de mais portos! E de rodovias duplicadas e trens velozes, correndo em trilhos de bitola larga!
por Luiz Henrique da Silveira
Senador da República

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