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Amor pelas festas e esportes típicos será preservado

Os pais, Guido e Bertha Tribess, sócios ativos do Clube Cultural de Caça e Tiro XV de Novembro, incentivaram Suélin Tribess a se envolver com as nossas tradições. A testadora de software, de 26 anos, é sócia do clube há cinco, mas o envolvimento com a sociedade começou muito antes disso. Suélin, desde cedo, acompanhava os pais nas festividades do XV de Novembro.

31 de março de 2017

Os pais, Guido e Bertha Tribess, sócios ativos do Clube Cultural de Caça e Tiro XV de Novembro, incentivaram Suélin Tribess a se envolver com as nossas tradições. A testadora de software, de 26 anos, é sócia do clube há cinco, mas o envolvimento com a sociedade começou muito antes disso. Suélin, desde cedo, acompanhava os pais nas festividades do XV de Novembro. 

Quando criança, participou, por duas vezes, do concurso que elegeu as realezas do Clube, sendo que em uma das oportunidades, em 2000, foi eleita a Rainha Mirim. Além disso, ela desenvolveu interesse pelas modalidades esportivas do clube, já que acompanhava o pai nas competições da equipe de Tiro Pressão. “Depois de me associar ao XV, com 21 anos, logo iniciei a participação nas atividades do clube ao lado de meus pais e de meu noivo, Claus Luemke”, conta a jovem. 

Hoje, ela participa do Tiro ao Alvo, Pássaro e Caneco. Além das festas que acontecem ao longo do ano no XV, Suélin é sócia da equipe de Tiro Pressão, mas sem competir na modalidade neste ano. A equipe participa, anualmente, do Campeonato Regional de Tiro Pressão e, em 2016, quando competia, sagrou-se campeã. No esporte, ainda foi Rainha do Tiro ao Alvo e do Tiro ao Pássaro, além de ter conquistado outras faixas de 1ª e 2ª Princesa nestas modalidades. Inclusive, já foi 1ª Princesa do Tiro ao Pássaro da Festa Pomerana, no ano de 2015, representando o Clube XV de Novembro.

A jovem destaca que se motiva a continuar fazendo parte do Clube, porque é encantada pelas tradições. “Sempre me encantei pelas festividades de cada clube de Pomerode, assim como as modalidades esportivas por elas praticadas. Tive influência não apenas de meus pais, mas também de meus avós que eram sócios em dois diferentes clubes de Pomerode, para ingressar no clube XV de Novembro e participar das festividades e modalidades esportivas no mesmo”, afirma Suélin.

O tripé Igreja, Escola e Lazer é destacado quando ela pensa no que mais valoriza de nossa cultura. Para Suélin, é importante que nossa comunidade se baseie na fé, educação e tradições culturais para se desenvolver e, portanto, repassar tais costumes à nova geração é primordial. 

Ela também destaca o orgulho que sente por fazer parte do grupo da nova geração que se preocupa em manter vivas as tradições de nossa cultura. “Assim como meu noivo também teve influência dos pais, nós dois nos orgulhamos de fazer parte do Clube XV de Novembro e levar adiante as tradições de nossos pais, avós, enfim, de nossa cidade. Gostamos de compartilhar as nossas conquistas com nossos amigos e pessoas de outras cidades que vêm conhecer Pomerode e ficam fascinados como essas tradições e esportes ainda são mantidos até hoje”, revela a sócia do XV de Novembro. 

Suélin ainda revela que, junto do noivo, faziam parte do grupo folclórico Deutsch Kronne, que buscava retratar, através dos trajes, danças e músicas, uma parte da cultura e das tradições dos antepassados pomeranos. 

Ela encara como um desafio despertar o amor pela tradição em seus futuros filhos, mas afirma que será uma tarefa muito importante e prazerosa, pois se não for feita, as tradições culturais, como festas e esportes, irão se acabar, algo inimaginável na sua visão. Portanto, ela irá fazer da mesma forma que foi feito com ela. 
E, satisfação é palavra utilizada por Suélin para definir o sentimento em fazer parte das atividades culturais junto aos pais. “Ao seu lado aprendemos a dar valor às coisas importantes da vida, como valores éticos e morais e respeito. Através da convivência com pessoas de mais idade que são sócias do clube aprendemos mais sobre as tradições e o modo de vida de nossos antepassados, pois cultura define o povo. Nunca devemos esquecer nossas origens”, coloca. 

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