A figura que agita as festas
No dia 09 de março foi comemorado o Dia Internacional do DJ, profissional que é responsável por animar festas e eventos. Para celebrar a data, conversamos o DJ Danilo Passold, que decidiu seguir esta profissão em 2009, pois já tinha contato com música, aprendeu a tocar bateria e participou de algumas bandas de garagem. Ele conta que, no começo, era mais como um passatempo, mas que hoje é uma ocupação profissional.
No dia 09 de março foi comemorado o Dia Internacional do DJ, profissional que é responsável por animar festas e eventos.
Para celebrar a data, conversamos o DJ Danilo Passold, que decidiu seguir esta profissão em 2009, pois já tinha contato com música, aprendeu a tocar bateria e participou de algumas bandas de garagem. Ele conta que, no começo, era mais como um passatempo, mas que hoje é uma ocupação profissional.
Hoje, ele faz parte da equipe do DJ Léo, que ensinou os macetes da profissão. Eles tocam, principalmente, em festas de casamento, aniversários, formaturas e eventos corporativos. Desde o início da parceria, em 2009, já foram mais de 200 eventos.
Segundo Passold, optar por trabalhar como DJ foi uma questão de gosto. “Comecei, principalmente, por gostar de música. Foi acontecendo, não foi nada pensado ou programado”, relata. “A melhor parte é ver as pessoas na pista se divertindo e curtindo o som”.
Eles não seguem um estilo musical único, uma das maiores vantagens dos DJ’s, já que assim é possível agradar a todos os gostos, desde músicas que marcaram época até sucessos da atualidade, além da interação com os convidados.
Porém, ele destaca que a profissão ainda não é vista com tanta seriedade pela população. “A maior dificuldade é mostrar a importância de um DJ para o sucesso de um determinado evento, pois envolve muitas coisas, desde responsabilidade e comprometimento, a uma estrutura adequada para cada tipo de festa. A escolha do DJ pode determinar se o evento será um sucesso ou um fracasso”, pondera.
Passold trabalha, ainda, como publicitário, atuando como DJ nos fins de semana, principalmente. “Ser um DJ é além de uma profissão, pois gosto muito do que faço e, por isso, faço com amor. Ser DJ não é apenas dar o play. DJ tem que sentir a música, sentir a vibração da galera, tocar com amor e não deixar ninguém parado”, finaliza.