Geral

A amizade atravessa fronteiras

E.B.M. Olavo Bilac

28 de maio de 2010

No último dia 26 de abril, a diretora da escola, D. Joana Wachholz, veio propor à nossa turma- 8ª série A- para irmos à Blumenau no Hospital Santo Antônio, visitar a nossa amiga Bruna. Entregou as autorizações aos alunos interessados. Então, no dia seguinte, 27 de abril, terça-feira, fomos ao hospital com o ônibus da Prefeitura de Pomerode, acompanhados da orientadora escolar, D. Angelita Silvani de Pin Sborz.
Chegando lá, por volta das 14h30min, fomos todos para uma sala especial de pediatria, recoberta em vidro, bem perto do quarto em que Bruna estava. Assim quer chegamos à sala, Bruna veio, acompanhada de sua mãe Nadir e da psicóloga.
Logo depois que ela chegou, conversamos muito com ela, contamos todas as “fofocas” que estavam rolando na escola, uma delas sobre as confusões que estavam acontecendo nas aulas de empreendedorismo. Ela ficou espantada. Contamos tudo o que aconteceu na sua ausência. Bruna logo ficou cansada, por causa da sua doença, então, ela foi para o quarto deitar. Assim, fomos de cinco em cinco ou de três em três no quarto, conversar com ela, já que assim ela se sentia mais à vontade.
Enquanto as três primeiras entraram no quarto, o restante dos alunos acompanhou a psicóloga e foi conhecer todo o andar pediátrico; a brinquedoteca (aonde as crianças se divertem, desenham, etc.); os quartos onde as crianças ficam internadas, a sala onde as mães ficam, com televisão, para acompanhar as crianças que estão na Brinquedoteca, o Sollarium (onde as crianças vão para pegar sol) e também a passarela, que se encontra quase ao lado do quarto de Bruna.
Depois, a professora Fabiana Goldmann ficou conosco na sala especial de pediatria; contou-nos uma história, e nos deu papel e canetinhas pra fazermos uma cartinha para Bruna.
Após todos irem vê-la no quarto, nos despedimos de Bruna, de sua mãe, Nadir, da professora Fabiana e da psicóloga. Ela estava nos acompanhando até a saída, quando nos perguntou se gostaríamos de conhecer a sala de quimioterapia. Todos concordaram com a ideia.
Fomos todos até a sala, passamos por vários corredores, e chegamos lá. A sala é bem grande com várias poltronas para o paciente e uma cadeira para seu acompanhante. A psicóloga nos explicou que essa sala era apenas para quem fazia quimioterapia de algumas horas, que não é o caso de Bruna, pois ela faz quimio de 24 horas. “Eu acho que conhecer todo o andar pediátrico nos ensinou a dar valor à vida, pois nunca sabemos o dia de amanhã”, diz a aluna Paula C. Pagel.
Saímos de lá e voltamos para a E. B. M. “Olavo Bilac”, por volta das 16h30min.
“Essa visita foi muito importante para todos nós, e creio que para ela também foi muito significativa”, relatam as Jornalistas Mirins Gabrielle Bizatto e Maísa Raduenz.

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