Geral

Você se preocupa com a Violência?

E.B.M. Hermann Guenther

28 de junho de 2008

E.B.M. Hermann Guenther


Mais uma vez a violência é um assunto para se discutir.


Querendo ou não, a violência sempre será algo para se pensar, porque acontece a qualquer momento em qualquer lugar.


A violência é um mal que afeta nações e famílias, este ato gera muitos conflitos, por exemplo: a briga entre irmãos, pais, colegas, etc…


Essa atitude violenta começa muitas vezes desde nossa infância com brigas dentro de nossas casas, é aí que tudo começa; a violência não é só um simples empurrão ou um chute, mas de expressões e até mesmo na nossa própria sala de aula. Eu vejo nos jornais a violência dos pais contra os filhos, como no caso Isabela, que várias pessoas já ouviram falar da madrasta e do pai que jogaram a menina da janela do 6º andar de um prédio, isso pra mim não tem cabimento.


A violência na rua também é o maior perigo, porque nunca se sabe quando alguém vai assaltar você ou até mesmo agredir, por isso é bom andar bem alerta e tomar muito cuidado ao sair e ficar atento com quem você está se envolvendo.


Ao longo dos anos a violência aumentou em todas as classes sociais.


No nosso país aumentou a preocupação com a violência doméstica em todas as regiões, no Norte, Centro-Oeste, que já tem o patamar mais alto (62%). Nas regiões Sudeste e Sul o nível cresceu, respectivamente de 6 a 7 pontos percentuais. Nas periferias das grandes cidades esta preocupação passou de 43% em 2004 para 56% em 2006.


A opinião das pessoas a respeito, elas acham que o homem que agride uma mulher deve ser preso (na opinião de homens e mulheres). Mas a punição é simplesmente prestar trabalhos comunitários 21%, e doar cestas básicas 12%, um segmento menor prefere o encaminhamento para o grupo de apoio e terapia em casa.


A maioria das agressões é por motivo de ciúmes. Muitas mulheres já foram espancadas ou estupradas. A violência já está assim hoje, imagine com o passar dos anos!


Na maioria das vezes a mulher agredida não dá queixa à polícia, por medo de que o agressor descubra. Com a criação de delegacias especializadas no atendimento às mulheres agredidas, obteve-se um bom resultado, pois as mulheres eram agredidas e não denunciavam.


“A lei Maria da Penha apóia as mulheres agredidas e pune os agressores”, argumentam as jornalistas mirins Heloísa e Renata.

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