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Por amor a dança

Dançar é uma arte. Aquele que dança, seus males espanta. Quem nunca se viu dançando? Em grupo ou sozinho, em casa ou na festa. E o mais legal é que não tem idade. Qualquer um pode mexer e remexer conforme o ritmo. Sacolejar o esqueleto e botar para quebrar faz bem para o corpo e mente. E um grupo da terceira idade vem descobrindo os benefícios desta atividade.

1 de junho de 2015

Dançar é uma arte. Aquele que dança, seus males espanta. Quem nunca se viu dançando? Em grupo ou sozinho, em casa ou na festa. E o mais legal é que não tem idade. Qualquer um pode mexer e remexer conforme o ritmo. Sacolejar o esqueleto e botar para quebrar faz bem para o corpo e mente. E um grupo da terceira idade vem descobrindo os benefícios desta atividade.

O projeto, idealizado pela gerente de Programas Sociais de Pomerode, Sônia Denise Lindemann, visa proporcionar aos idosos uma nova atividade e participar de competições de dança. O grupo de dança é um projeto meu, em parceria da Professora Andrea que é voluntaria. Os idosos são dos grupos de ginásticas nos bairros todos acima de 60 anos, dai formamos esse grupo para participar nos jogos, na categoria Dança Coreografada Estilo Livre, diz Sônia.

A professora de dança e voluntária Andrea Ianetta Hradec entrou de cabeça nesse projeto. Ela, junto com Sônia, montaram a equipe e começaram a ensaiar e se dedicar para uma competição que aconteceria logo. Tenho um grupo de dança da terceira idade de Pomerode. Montamos este grupo em fevereiro e quarta-feira, dia 23 de abril, foi a primeira apresentação competitiva, onde obtivemos um bom resultado, explica Andrea.

Embora tenha conquistado um resultado positivo para sua primeira apresentação em uma competição, o grupo não pretende parar ou relaxar. Afinal, é com treinamento e força de vontade que conquistas são alcançadas. Portanto, tanto Andrea quanto Sônia pretendem continuar com o grupo e contam com o apoio de todo o pessoal.
Para Andrea, é um prazer poder realizar este serviço com pessoas tão especiais. O amor pela dança sempre falou mais alto, e, portanto, é irresistível trabalhar trazendo diversão e entretenimento para outras pessoas. É assim que Andrea vê a sua ação com a terceira idade. É um trabalho que faço como voluntária, por amor a dança. Este projeto faz a turma mais feliz. A dança os deixa alegres e isso me satisfaz, diz ela.

E os trabalhos continuam. De acordo com Sônia, o grupo mal voltou de sua primeira competição e já está começando a ensaiar uma nova coreografia. O grupo continua. Agora, eles já estão começando a preparar uma dança para ano que vem, porque querem participar de novo. Foi a primeira vez que Pomerode participou na Dança Coreografada e foi muito elogiada pelo que apresentou, afirma.

Uma coreografia que é executada com alegria. A cada passo, o retrato de uma caminhada de quem já percorreu muito da vida. A cada gesto, os traços de histórias vividas por décadas. A dança, que une jovens, adultos e idosos. Que cerca de beleza e felicidade, um ambiente entusiasmado por música e expressão. Rodopios, um passo para lá, outro para cá e a beleza da vida é mostrada em movimentos. Dançar não tem idade, não tem cor, não tem credo. É um ato de amor, que unida ao voluntariado, pode espalhar alegria por onde dança.

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