Nem a distância pode apagar um sentimento
Conviver com outras pessoas é uma das formas mais primitivas do ser humano, quando ele aprendeu e passou a viver em sociedade. Desta convivência, surgiu um laço que muitos consideram mais forte que o familiar: a amizade. Conforme o escritor Mário Quintana, a amizade é um amor que nunca morre.
Conviver com outras pessoas é uma das formas mais primitivas do ser humano, quando ele aprendeu e passou a viver em sociedade. Desta convivência, surgiu um laço que muitos consideram mais forte que o familiar: a amizade.Conforme o escritor Mário Quintana, a amizade é um amor que nunca morre. Amigos são pessoas (ou não) em que podemos confiar nossos problemas, angústias, dividir alegrias, vivenciar bons e maus momentos. Amizade verdadeira é aquela que ambas as partes preocupam-se e zelam pela outra pessoa, independente da situação, do momento.
Para lembrar aqueles que estão presentes em todos os momentos de nossa vida, o dia 20 de julho é a data oficial do Dia do Amigo, na qual também é lembrado o Dia Internacional da Amizade. Nesta data, celebra-se a amizade, e alguns a aproveitam a ocasião para trocar presentes, abraçar-se e declarar sua afeição umas com as outras.
A data foi criada pelo argentino Enrique Ernesto Febbraro. Com a chegada do homem à lua, ele enviou cerca de quatro mil cartas para diversos países, pois considerava que este evento deveria unir os homens, pois não haveria mais objetivos impossíveis.
As comemorações foram primeiramente adotadas em Buenos Aires, na Argentina, através de um Decreto, e depois sendo gradualmente instituído em outras partes do mundo. Atualmente, quase todos os países comemoram a data.
Quando se fala em amizade, logo se pensa em duas pessoas que não se desgrudam, que passam o dia inteiro conversando e trocando experiências. Mas existem aquelas que superam a barreira da distância e são, igualmente, valorizadas.
Quem conhece bem este tipo de convivência é Franciele Stahnke. Natural de Agrolândia, há nove anos veio para Pomerode, onde conquistou muitos amigos. Só que no dia 27 de dezembro de 2012, ela retornou à sua cidade, deixando os que por aqui ficaram, e ela mesma, com muita saudade. No começo, chorei muito, pois sempre tive amigos muito especiais por aqui. Eu procuro manter contato, através das redes sociais, mas eu tenho consciência de que me distanciei um pouco de todos, para não ficar com mais saudade ainda. Só quem vivencia este tipo de situação, sabe que ficar longe de pessoas que gostamos é dolorido, conta.
Uma das pessoas que marcaram a vida de Franciele em terras pomerodenses é Susan Daiane Dahlke. Amigas há quase três anos, elas se conheceram no local de trabalho e logo se entenderam muito bem. Nossa afinidade foi muito boa, pois ela fala muito e isso contribuiu para que nos aproximássemos, conta Susan, aos risos. Lógico, como em toda amizade, havia algumas divergências, mas que logo eram superadas. Nós tínhamos opiniões diferentes em alguns assuntos, mas sempre tentávamos uma entender a outra, acrescenta.
Franciele têm a mesma opinião com relação à amiga. Nos dávamos muito bem. Quando a gente estava junto, era risada na certa. Foram muitos os momentos bons que passamos, os quais levo na memória e no meu coração.
Susan completa que a amizade era sincera. Ela sempre foi uma boa amiga pra mim, pois sempre me ajudou quando precisei, apoiando as minhas decisões. Quando eu mais precisei, pude contar com ela, ressalta.
Na hora da separação, Susan também ficou muito triste, mas procurou entender as razões da amiga. Eu até tentei enrolar ela para não ir embora logo, mas não deu muito certo. Hoje, eu só desejo que ela seja feliz. Tenho saudades dela, e mesmo com a distância, quando ela precisar de mim, eu vou estar aqui, finaliza.
Já Franciele Stahnke prefere recorrer a uma bonita mensagem, para mostrar toda a sua gratidão a seus amigos que por aqui ficaram, principalmente Susan Daiane Dahlke: