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Alegria predominante

Todos os anos, a alegria está presente na Praça Jorge Lacerda. O Stammtisch de Pomerode acontece todos os anos em fevereiro, quando confrarias de todo o estado promovem um dia inteiro de muito chope, comida e diversão no melhor estilo germânico. Os participantes contam com um cardápio variado, que contempla churrasco, porco no rolete, linguicinha, peixe defumado, espetinho de carne e entrevero.

1 de junho de 2015

Todos os anos, a alegria está presente na Praça Jorge Lacerda. O Stammtisch de Pomerode acontece todos os anos em fevereiro, quando confrarias de todo o estado promovem um dia inteiro de muito chope, comida e diversão no melhor estilo germânico.Os participantes contam com um cardápio variado, que contempla churrasco, porco no rolete, linguicinha, peixe defumado, espetinho de carne e entrevero. Preservando a cultura alemã, bandas se fazem presentes e tocam durante todo o dia animadas músicas. Competições típicas também fazem parte da programação, como chope em metro e serrador, o que preserva ainda mais os costumes dos antepassados e promove a integração entre as confrarias.
Para aqueles que não possuem grupos, uma mini-praça de alimentação, próximo ao coreto, além da venda de chopp no local, são alguns dos atrativos. Em 2013, 74 grupos marcaram presença, mostrando que a alegria é a marca registrada do povo pomerodense.
Realizado pela primeira vez em 2001, o encontro de amigos ocorria sempre durante a Festa Pomerana, no mês de janeiro. Entretanto, a partir de 2006, a data foi alterada, com o intuito de oportunizar maior participação do público local, além de atenuar a sazonalidade do calendário de eventos turísticos. Além disso, o diferencial do evento em nossa cidade é que ele é realizado num local onde as árvores predominam, tornando o ambiente mais aconchegante.
De modo literal, o termo stammtisch é formado da junção das palavras stamm (tronco) e tisch (mesa), ou seja, mesa de tronco.
Conta-se que o termo começou a ser usado na Idade Média. Os lenhadores bávaros, ao cortarem a primeira árvore de uma nova área de extração de madeiras, faziam-no à altura de uma mesa. Dos galhos mais grossos, cortavam toletes para servir de bancos.
Era ao redor desta mesa improvisada que faziam suas refeições e, ao final do trabalho diário, ali se reuniam para bater papo, planejar o dia seguinte e bebericar do vinho que traziam em seus alforjes. O hábito ganhou as tabernas, das cidades. Nestes ambientes, teria se perpetuado o nome stammtisch. O termo passou a representar todos aqueles que, habitualmente, as frequentavam e costumavam, na companhia de amigos, sentar-se numa mesma mesa, previamente reservada, ou que lhes era cativa.
Esta versão é a que melhor se encaixa com o jeito de ser dos encontros de stammtisch espalhados pela Alemanha, Áustria, Suíça, Dinamarca e em outros países sob influência tedesca; bem como no Brasil, nas cidades colonizadas por descendentes destes países.

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