Orgulho de ser Pomerodense
Quem nasce em Pomerode, certamente sente orgulho de sua terra natal. Quem veio de outros municípios e aqui fixou raiz, acabou adotando a cidade como sua. Motivos para o povo pomerodense bater no peito e dizer que nasceu aqui não faltam. Além das belezas naturais, da tradição e cultura e das potencialidades econômicas, há outros detalhes que fazem a diferença.
Quem nasce em Pomerode, certamente sente orgulho de sua terra natal. Quem veio de outros municípios e aqui fixou raiz, acabou adotando a cidade como sua. Motivos para o povo pomerodense bater no peito e dizer que nasceu aqui não faltam. Além das belezas naturais, da tradição e cultura e das potencialidades econômicas, há outros detalhes que fazem a diferença.
A hospitalidade, a qualidade de vida, a tranquilidade e até mesmo a beleza das mulheres são referências e qualidades que os pomerodenses não cansam de atribuir ao seu município, que completou em 2013, 54 anos de emancipação política, no dia 21 de janeiro.
Os motivos de orgulho são aspectos que ajudam a manter a autoestima de um povo e que, em determinados momentos, passam a ser cruciais para o seu desenvolvimento.
O início da colonização de Pomerode remonta ao ano de 1861, quando os primeiros imigrantes, liderados pelo colonizador Hackbarth, decidiram subir um afluente do Rio Itajaí-Açú, a partir da região onde hoje se localiza o bairro Badenfurt. Eram abertas picadas ao longo do curso do rio, que foi chamado Rio do Testo.
A colonização da área foi uma estratégia para fortalecer o comércio entre a Colônia de Dona Francisca, atual região de Joinville, e a Colônia de Blumenau, lote a qual as terras de Pomerode eram integradas. As divisões das Colônias eram definidas pela Campanha Colonizadora do Dr. Hermann Otto Blumenau, fundador da cidade de Blumenau.
Os primeiros imigrantes de Pomerode se estabeleceram ao longo do Rio do Testo pelo sistema de minifúndios (pequenas fazendas), onde eram cultivados arroz, fumo, batata, mandioca, cana de açúcar, milho e feijão. O colono também se dedicava à criação de gado leiteiro e suíno, cujas matrizes vieram da Europa.
As primeiras edificações eram rústicas construções de pau a pique, cobertas com folhas de palmeiras. Em 1870, a primeira escola alemã foi instalada no bairro Testo Central (atual Escola Básica Municipal Olavo Bilac).
Até a virada do século XX, Pomerode era uma colônia voltada apenas à agricultura e pecuária de subsistência, com pequenos pontos comerciais nas áreas centrais da colônia. Com a mudança de século, pequenas empresas familiares de laticínios, frios, móveis e cerâmica deram início à industrialização do município.
Anos mais tarde, a indústria da porcelana se tornou uma das mais importantes para a economia local. Hoje, a cidade é considerada um forte pólo têxtil e metal-mecânico.
Desmembrada de Blumenau em janeiro de 1959, Pomerode mantém até hoje o fascínio de uma pequena comunidade com a forte influência alemã em seus costumes.
A partir desta edição do Jornal de Pomerode, confira 54 motivos que ajudam a envaidecer os pomerodenses que tanto se orgulham de sua terra.
1º Motivo – Povo trabalhador – Também trazida pelos imigrantes, a força do trabalho é outra característica de Pomerode. Desde crianças, os pomerodenses ajudavam seus pais no cultivo e na agricultura. A maioria dos filhos ficava em casa para auxiliar aos pais nas tarefas domiciliares, principalmente na agricultura. Com isso, garantiam a alimentação e muitas vezes, a renda familiar. Infelizmente, para isso, por muitas vezes, precisavam abandonar aos estudos. Mas, a força de vontade persistia na busca de um futuro melhor. Todo esse trabalho também garantiu o desenvolvimento e contribuiu para o crescimento da cidade.
Posteriormente, instalaram-se várias indústrias em Pomerode. Desta forma, diversas oportunidades se abriram ao povo trabalhador aqui residente. Com garra, o trabalho é desenvolvido em busca de dar o melhor de si. Muitas vezes, o trabalho compartilha espaço com os estudos, mas mesmo assim, supera-se as dificuldades. Em outras circunstâncias, o trabalho é tido como prioridade em relação aos estudos e à família. Às vezes, deixa-se de passear com a família para ir trabalhar. Mas sempre garantindo o melhor aos familiares e ao futuro. Com o povo trabalhador do município, Pomerode só tende a crescer cada vez mais.